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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Papa pediu e Cuba respondeu. Mais de 700 prisioneiros perdoados

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A pedido do Papa, o Governo de Cuba decidiu perdoar 787 prisioneiros comuns. A informação está numa nota do Conselho de Estado cubano.

Os prisioneiros abrangidos foram seleccionados de acordo com os crimes cometidos e pelo comportamento enquanto cumpriam a pena ou aguardavam pela sentença.

As mulheres, os jovens e as pessoas com doenças terão recebido um tratamento especial.

No início do mês, durante uma missa dedicada aos presos de todo o mundo, o Papa pediu a todos os líderes mundiais que ponderem “a possibilidade de proceder a um acto de clemência face aos prisioneiros que considerem poder beneficiar dessa acção”.

O presidente da Conferência Episcopal Cubana já reagiu à decisão do governo de Raul Castro, dizendo estar “muito contente”.

A verdade é que Havana não admite ter quaisquer prisioneiros políticos.

Em Setembro de 2015, Cuba perdoou 3.522 presos num gesto que auto denominou de “humanitário” e que precedeu a visita do Papa Francisco.