105 anos da ACISJF em Portugal e 50 anos da inauguração do "Self-service".

105 anos da ACISJF em Portugal e 50 anos da inauguração do "Self-service".
Nossa Senhora do Bom Conselho - Padroeira da ACISJF

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Inscrições Abertas

Pelo segundo ano consecutivo, o grupo de jovens Focos de Esperança da Penha de França, ligado ao Inst. Secular das Cooperadoras da Família, vai realizar, de 6 a 8 de Outubro, um fim de semana missionário em Lisboa.
Oração, missão de rua, música, testemunhos e muito mais. 
Aberto a todos! 
Foto de Serviço da Juventude de Lisboa.
Inscrições até1 de Outubro no site: http://fdsm17.weebly.com/.


quarta-feira, 27 de setembro de 2017

D. Manuel Martins

"Não deixa riquezas, a não ser o bem que fez a tanta gente, as dores que aliviou, as esperanças que criou, a fé que testemunhou, com a palavra e com a vida"
(D. José Ornelas, Missa exequial de D. Manuel Martins)

HOJE, HÁ MISSA


segunda-feira, 25 de setembro de 2017

D. Manuel Martins (1927 - 2017)



“Fazer o possível e o impossível para que a família seja uma família a sério, uma família sólida, onde haja diálogo. Em muitíssimos casos a família não existe ou se existe não o é… e depois a própria sociedade, temos que a ajudar em encontrar-se em valores”.

D. Manuel Martins

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

LA VIE COMME UN TRICOT

« Chacune tricote de son mieux, une maille à la fois ! »

Dieu nous donne la laine et les aiguilles.
Il nous dit « Tricote de ton mieux, une maille à la fois ».
Une maille est une journée sur l’aiguille du temps.
Dans un mois, 30 ou 31 mailles.
Dans dix ans 3650 mailles.
Quelques unes sont à l’endroit ; d’autres sont à l’envers.
Il y aussi des mailles échappées ; mais, on peut les reprendre.
Que de mailles manquées !

La laine que Dieu m’a donnée, pour tricoter ma vie,
Est de toutes les couleurs.
Rose comme mes joies ;
Noire comme mes peines ;
Grise comme mes doutes ;
Verte comme mes espérances ;
Rouge comme mes affections ;
Bleue comme mes désirs ;
Blanche comme don total à celui que j’aime.

Seigneur, donne-moi le courage
De terminer mon tricot
Afin que Tu le trouves digne
De l’exposition éternelle des travaux des hommes.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

D. António Francisco dos Santos (29 de Agosto 1948 - 11 de Setembro 2017)

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"Não trago comigo planos prévios ou antecipados programas de acção. Eles surgirão à medida do sonho de Deus e da sua vontade divina para esta Igreja do Porto. Estaremos atentos ao que o Espírito de Deus nos inspirar. Saberemos ajoelhar diante de Deus em oração, para servir de pé, com passos serenos mas decididos, a Igreja e o mundo(...)"

Igreja Catedral do Porto, 6 de Abril de 2014
António, bispo do Porto

excerto da Homília do Senhor D. António na entrada na Diocese do Porto

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

“Fazer da Palavra de Deus o lugar onde nasce a fé”

Carta aos diocesanos de Lisboa, no início do ano pastoral

Caríssimos diocesanos 

1. De novo vos escrevo, no início do ano pastoral. Pode ser útil, entre o muito que há a fazer, quando a vida como que recomeça no espaço social e eclesial. Reabrem-se as escolas, retomam-se os ritmos, preparam-se imediatamente as catequeses e outras actividades paroquiais. Com votos amigos de bom ano pastoral 2017-2018, procuro apenas relembrar o principal da nossa vida conjugada, como Igreja que somos no Patriarcado de Lisboa. 
Na exortação apostólica Evangelii Gaudium, inspiração básica do nosso Sínodo Diocesano, o Papa Francisco escreve o seguinte: «Toda a evangelização está fundada sobre esta Palavra escutada, meditada, vivida, celebrada e testemunhada. A Sagrada Escritura é fonte da evangelização. Por isso, é preciso formar-se continuamente na escuta da Palavra. A Igreja não evangeliza se não se deixa continuamente evangelizar. É indispensável que a Palavra de Deus “se torne cada vez mais o coração de toda a actividade eclesial”» (EG, nº 174) – esta última frase é citação da exortação apostólica pós-sinodal Verbum Domini, nº 1, do Papa Bento XVI, documento que não deixaremos de reler ao longo do ano. 
Como lembro na introdução ao Programa e Calendário Diocesano, o número 38 da Constituição Sinodal de Lisboa - nosso objectivo específico de 2017-2018 - enuncia-se assim: “Fazer da Palavra de Deus o lugar onde nasce a fé”. Detalho depois alguns pontos desse número. Acrescentam-se “Sugestões Programáticas”, apuradas em várias instâncias diocesanas e sistematizadas pelo Secretariado da Acção Pastoral e o Secretariado do Sínodo Diocesano. São relativas 1) à centralidade, 2) ao conhecimento e 3) à transmissão da Palavra. Cumpre agora a cada comunidade concretizá-las do modo mais adequado.
(...)

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

"Fazer da Palavra de Deus o lugar onde nasce a Fé"


Carta aos diocesanos de Lisboa, no início do ano pastoral


Caríssimos diocesanos 

(... continuação)

2. “Fazer da Palavra de Deus o lugar onde nasce a fé”, constitui, de facto, um belo programa. Entendendo também que esta “Palavra” é eminentemente pessoal – na pessoa de Cristo, Verbo encarnado, e na comunhão que gera entre as pessoas que somos e aqueles a quem chegarmos.
Assim o afirma o Catecismo da Igreja Católica em dois trechos esclarecedores: «A fé cristã não é uma “religião do Livro”. O Cristianismo é a religião da “Palavra” de Deus, não duma palavra escrita e muda, mas do Verbo encarnado e vivo» (nº 108). E mais adiante: «A fé […] não é um ato isolado. Ninguém pode acreditar sozinho, tal como ninguém pode viver só. […] Foi de outrem que o crente recebeu a fé; a outrem a deve transmitir. O nosso amor a Jesus e aos homens impele-nos a falar aos outros da nossa fé» (nº 166).
Temos fé num Deus que nos “fala” na criação e Se diz plenamente na vida de Jesus, onde confluem toda a tradição bíblica e toda a indagação humana. Como escreve Bento XVI: «A Palavra eterna, que se exprime na criação e comunica na história da salvação, tornou-se em Cristo um homem, “nascido de mulher” (Gl 4, 4). Aqui, a Palavra não se exprime num discurso, em conceitos ou regras; mas vemo-nos colocados diante da própria pessoa de Jesus. A sua história, única e singular, é a palavra definitiva que Deus diz à humanidade» (Verbum Domini, nº 11).
Creio ser este o ponto central do nosso programa a cumprir. Importa que uma “ecologia integral”, como o Papa Francisco nos propôs na encíclica Laudato si’, nos faça entender e salvaguardar a criação, como primeira Palavra dum Deus que nos ama e por isso mesmo nos cria e sustenta. E que nas nossas comunidades tudo conflua para Cristo, acolhendo e meditando as Escrituras, nele cumpridas e por nós transmitidas na variedade das línguas e situações deste mundo. Toda a catequese, como o próprio vocábulo significa, há de ser “eco” da Palavra que Deus absolutamente profere em Cristo. Todos os encontros comunitários hão de partir dela, para a concretizar no dia-a-dia pessoal, familiar, eclesial e sociocultural.
(...)

Caríssimos diocesanos: Além de saudar-vos com muita estima, pretendo com esta carta ativar, ainda mais, a receção da Constituição Sinodal de Lisboa, no ano pastoral que iniciamos. Repito que não se trata de fazer necessariamente “mais coisas”. Trata-se sobretudo de prosseguirmos biblicamente inspirados e criativamente conjugados na caminhada que o Espírito impele para a evangelização do mundo, constante “programa” da Igreja. – Nossa Senhora, que inteiramente acolheu, incarnou e ofereceu o Verbo de Deus, nos ensinará a fazê-lo agora!

Convosco, em oração e companhia,

† Manuel, Cardeal-Patriarca 

Lisboa, 1 de Setembro de 2017

Leia toda a carta em 
http://www.patriarcado-lisboa.pt/site/index.php?id=8070

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Dia Internacional da Caridade



A Cáritas Portuguesa associou-se à celebração do Dia Internacional da Caridade, uma iniciativa instituída pela ONU e assinalada anualmente a 5 de Setembro, data da morte de Santa Teresa de Calcutá.

“A Cáritas Portuguesa saúda todos os cidadãos e cidadãs que, a título individual ou através das instituições que integram, têm a consciência de que a caridade supera a justiça, porque amar é dar, oferecer ao outro do que é meu; mas nunca existe sem a justiça, que induz a dar ao outro o que é dele, o que lhe pertence em razão do seu ser e do seu agir”, assinala uma nota enviada hoje à Agência ECCLESIA, que cita a encíclica ‘Caritas in veritate’, de Bento XVI.

A Cáritas Portuguesa deseja que “todas as acções realizadas em nome da caridade” sejam motores de transformação das situações “inumanas em humanas”, contribuindo assim para “a reabilitação de um palavra de tão nobre e exigente sentido, através de uma renovação credível da forma de a praticar”.

O Dia Internacional da Caridade foi instituído pela Assembleia-Geral das Nações Unidas em 2012, através da Resolução 67/105, na data da morte da Madre Teresa de Calcutá (1910-1997) e pretende “reconhecer o papel fundamental das instituições, governos e pessoas que praticam a caridade e aliviam as crises humanitárias e o sofrimento humano”.

leia mais em:

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELO CUIDADO DA CRIAÇÃO

A Igreja Católica celebra, a 1 de Setembro, o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação. A data foi instituída pelo Papa Francisco e tem um sentido ecuménico, já que a mesma é também comemorada pela Igreja Ortodoxa.
O Santo Padre pretende que a celebração do Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação ofereça aos fiéis e às comunidades a oportunidade de «renovarem a adesão pessoal à vocação de protectores da criação», «elevando a Deus o agradecimento pela obra maravilhosa que Ele confiou ao nosso cuidado».
«Como cristãos queremos oferecer a nossa contribuição à superação da crise ecológica que a humanidade está a viver. Por isto devemos, antes de tudo, procurar no nosso rico património espiritual as motivações que alimentam a paixão pelo cuidado da criação, recordando sempre os que creem em Jesus Cristo, Verbo de Deus que se fez homem por nós», explica o Papa.
Francisco alerta que a «crise ecológica» impele a uma «profunda conversão espiritual» e frisa que os cristãos são chamados a uma «conversão ecológica, que comporta deixar emergir, nas relações com o mundo que os rodeia, todas as consequências do encontro com Jesus», citando a encíclica Laudato Sí (217).