5ª Feira da Ascensão

5ª Feira da Ascensão
5ª Feira da Espiga, em Portugal
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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

A melhor foto? Ou o melhor momento?





Esta imagem, inicialmente partilhada pelo fotógrafo espanhol, Miguel Angel Morenatti no Twitter, é da autoria de John Blanding, fotógrafo do Boston Globe, que registou o momento na apresentação do filme Black Mass, que irá estrear em Portugal no dia 8 de Outubro. O El País conta que a imagem foi partilhada mais de 8.000 vezes no Twitter. “Por querermos conseguir as melhores fotos, perdemos os melhores momentos” foi um dos comentários mais comuns.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

À luz da Cruz, é onde estamos melhor.


A Europa cresceu à sombra da Cruz de Cristo. Sem Cruz, poderíamos dizer que não haveria Europa, ou haveria uma Europa muito diferente.
Com a Cruz a Europa iluminou o mundo. A bandeira da Europa é tão somente a Coroa da Mãe de Cristo sob a cor de Maria.
Quando grupos barulhentos e minoritários reclamam contra a Cruz por essa Europa fora, não sabem do que falam, não sabem História, querem matar a cultura e tradição europeia e semear trevas.

53 Bandeira da Europa
(O autor da bandeira europeia, Arsene Heitz, católico, francês natural de Estransburgo, inspirou-se na coroa de estrelas de Nossa Senhora citada no Apocalipse.)


Leia o artigo, comente, divulgue pelos seus conhecimentos:



quarta-feira, 23 de setembro de 2015

“Tenho uma dívida de gratidão”

Lord George Weidenfeld, de 95 anos, agradece aos cristãos que salvaram a sua vida durante o Holocausto



O britânico Lord George Weidenfeld está a financiar uma missão de resgate de até 2.000 famílias cristãs no Iraque e na Síria. Segundo o Catholic Herald, do Reino Unido, ele quer seguir o exemplo do falecido Sir Nicholas Winton, cristão, que salvou 669 crianças judias destinadas à morte em campos de concentração nazis durante o Holocausto.

Em 1938, os quakers e os Irmãos de Plymouth, cristãos, organizaram a transferência segura de judeus de Viena para a Inglaterra através do “Kindertransport”, ajudando-os a escapar dos nazis. Os judeus receberam comida, roupas, hospedagem e transporte. Weidenfeld estava entre eles.
Kindertransport Memorial, Liverpool Street Station

"Eu tenho uma dívida a pagar", disse lord Weidenfeld em entrevista ao Times. "Como têm os muitos jovens que foram salvos pelo ‘Kinderstransport’. Foi uma operação muito nobre, e nós, judeus, devemos ser gratos e fazer algo pelos cristãos que estão em perigo".

Os cristãos, os yazidis, os drusos e os muçulmanos xiitas são perseguidos  na Síria e no Iraque.

 Lord Weidenfeld, no entanto, defendeu o objectivo específico do seu projecto:


"Eu não posso salvar todos, mas tenho uma possibilidade muito específica no caso dos cristãos.
Outros podem fazer o mesmo pelos muçulmanos".



Nascido na Áustria em 1919, Weidenfeld recebeu o título de “Lord” em 1976. Chegou à Grã-Bretanha sem um tostão, e fez fortuna criando a editora Weidenfeld & Nicholson.



quinta-feira, 17 de setembro de 2015

THE MOST BEAUTIFUL BRIDGES THAT YOU MUST SEE IN EUROPE



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Bridges are essential: they are links between two shores, sometimes between two cultures, two regions, two cities. They are there to transport food, water, cars and people. European bridges are sometimes works of art and we have selected for you the most beautiful ones in Europe.

©Matthieu Cadiou - European Best Destinations


1. The 25th of April Bridge - Lisbon

The 25 de Abril Bridge (Ponte 25 de Abril "25th of April Bridge") is a suspension bridge connecting the city of Lisbon, capital of Portugal, to the municipality of Almada on the left (south) bank of the Tejo river. It was inaugurated on August 6, 1966 and a train platform was added in 1999.

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O artigo original pertence a
Best destinations in Europe
E pode ser lido na íntegra em:

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Vale a pena ler

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«Que fizeste do teu irmão?» 
Nota da Comissão Nacional Justiça e Paz sobre o acolhimento de refugiados. 

1. Somos hoje confrontados com o mais grave êxodo de refugiados na Europa desde os tempos da 2ª Guerra Mundial. De um modo geral, estas pessoas são vítimas da guerra, da opressão ou da miséria extrema. O desespero e a vontade de salvar as suas vidas e de assegurar um futuro para as suas famílias levou-as a efectuar viagens em condições desumanas, muitas vezes à mercê de associações criminosas. Não são potenciais terroristas; pelo contrário, muitas delas fogem da violência gerada pelo fundamentalismo. Quando estas pessoas nos batem à porta, não podemos reagir com indiferença. São nossos irmãos e irmãs, membros da única família humana, que reclamam a nossa ajuda. Como já por muitos foi afirmado, trata-se de um desafio à Europa como comunidade de valores: os das suas raízes cristãs, que encontram reflexo no respeito pela dignidade da pessoa humana e seus direitos fundamentais. As palavras da Bíblia, palavra de Deus e código da cultura europeia, vêm a propósito: «Que fizeste do teu irmão?» (Gen 4,9); «Sempre que fizeste isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a Mim mesmo o fizeste» (Mt 25, 40). 

2. Ser fiel às raízes cristãs da cultura europeia não pode reduzir-se a uma proclamação formal, ou à conservação de sinais externos. É, acima de tudo, adoptar comportamentos coerentes com a mensagem cristã. Não há essa coerência quando se recusa o acolhimento de refugiados por estes não partilharem a fé cristã. A defesa da identidade europeia não pode servir de pretexto para distinguir entre refugiados cristãos perseguidos por causa da sua fé (como são, na verdade, alguns deles) e outros refugiados. A novidade do cristianismo reside no amor universal, que não faz acepção de pessoas, que não se limita aos círculos da família, do clã, dos amigos ou da nação. 

3. É verdade que também entre nós há quem passe por dificuldades e situações graves de pobreza. Mas as situações de onde fogem estes refugiados, que os fazem assumir os riscos que assumem, são, de um modo geral, muito mais graves do que aquelas com que nos deparamos em Portugal. Não pode, por isso, contrapor-se a solidariedade para com estes refugiados à solidariedade que continua a ser devida aos portugueses que sofrem: uma não exclui a outra. 

4. A Europa não pode pretender ser um oásis de paz e prosperidade, protegido por fronteiras ou muros, num mundo onde prevalece a guerra e a pobreza. No mundo globalizado de hoje, o que acontece no Médio Oriente em África ou noutras zonas do globo tem sempre repercussão na Europa, e este êxodo de refugiados comprova-o. Por isso, o imperativo do acolhimento destes refugiados responde a uma situação de emergência, que não pode levar-nos a esquecer a importância de atacar na raiz os problemas que estão na origem deste êxodo; guerras, violações de direitos humanos, miséria extrema. De modo especial e de imediato, há que buscar incessantemente o fim das guerras de onde fogem estes refugiados: na Síria, no Iraque, na Líbia ou no Sudão. Para tal, há que, antes de tudo, mobilizar todos os esforços diplomáticos da comunidade internacional e pôr termo ao fornecimento de armas que alimenta tais guerras. Não podemos ignorar os apelos de representantes das Igrejas presentes na Síria e no Iraque, preocupados com o fim da presença secular dos cristãos nesses países. A solução definitiva não passa, pois, pela fuga contínua. 

5. Este drama dos refugiados tem suscitado em muitos países europeus um movimento espontâneo de solidariedade que envolve pessoas de diferentes convicções. Está a vir ao de cima uma generosidade que parecia escondida nas nossas sociedades marcadas pelo egoísmo e onde se temem os perigos do recrudescer do racismo e da xenofobia. Os católicos são interpelados pelos apelos vibrantes do Papa Francisco: que cada paróquia acolha, pelo menos, uma família de refugiados. Já noutros períodos da sua história, o povo português deu provas de generosidade no acolhimento de refugiados. Entre nós, foi constituída a Plataforma de Apoio aos Refugiados (www.refugiados.pt). A Comissão Nacional Justiça e Paz aderiu a esta plataforma e apela a que todos com ela colaborem. É importante que este espírito cresça cada vez mais, para além das emoções do momento, no âmbito de uma educação para a cidadania solidária, e se mantenha vivo mesmo diante das dificuldades que o acolhimento destes refugiados possa vir a trazer no futuro. 

 Lisboa, 14 de Setembro de 2015

terça-feira, 15 de setembro de 2015

AVISO À POPULAÇÃO AUTORIDADE NACIONAL DE PROTEÇÃO CIVIL

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 PRECIPITAÇÃO, VENTO FORTE E AGITAÇÃO MARÍTIMA 

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) realizado hoje, dia 14 de setembro, no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), salienta-se para as próximas 72 horas um agravamento excecional das condições meteorológicas nas regiões Norte e Centro: – Precipitação forte a partir da próxima madrugada e até à tarde de 16 de setembro, sendo muito forte no período 12H-24H de 15 de setembro, prevendo-se acumulados da ordem de 150 mm/24H e configurando valores que podem superar 40 mm/h ou 60 mm/6H; – Vento médio a soprar de sudoeste forte de forma persistente (até 100 km/H) nas terras altas do Norte e Centro, com rajadas que podem atingir 130 km/h. No litoral vento a soprar moderado a forte (até 45 km/h) com rajadas da ordem dos 90 km/h. Não são de excluir eventuais fenómenos extremos de vento, – Agitação marítima com ondas até 4m na costa ocidental a Norte do cabo Raso. 

 MEDIDAS PREVENTIVAS 

A ANPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adopção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoprotecção para estas situações, nomeadamente:
 – Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objectos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;

 – Adoptar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias; 

– Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas; 

– Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;

 – Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;

 – Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais; 

– Não praticar actividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos na orla marítima, 

– Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Protecção Civil e Forças de Segurança.

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Entrevista Exclusiva do Papa Francisco

Em entrevista exclusiva à Renascença, o Papa diz que as pessoas estão desiludidas com a "corrupção a todos os níveis". Acredita que o "grande desafio da Europa é voltar a ser a mãe Europa" e apela ao acolhimento dos refugiados. Pede que a catequese "não seja teórica" e que a Igreja saia de si mesma. Acredita que Fátima faz de Portugal um país "privilegiado" e faz uma revelação: "Nunca conheci um português mau." 


Leia e ouça a entrevista na íntegra.
http://rr.sapo.pt/noticia/34067/papa_a_renascenca_tenho_confianca_nos_politicos_jovens_ha_um_problema_mundial_que_e_a_corrupcao

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Dia Nacional do Bombeiro Profissional



O Bombeiros Profissionais de todo o país participam na cerimónia do Dia Nacional do Bombeiro Profissional, a 11 de Setembro, em Coruche.

 See more at: http://www.anbp.pt/#sthash.K7CHcNbe.dpuf

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Plataforma de Apoio aos Refugiados



Organizações da sociedade civil decidiram criar uma Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR), que foi lançada na sexta-feira em Lisboa, com dois focos de actuação, o registo nos países de origem e o trânsito e acolhimento em Portugal.

A Caritas Portuguesa, o Conselho Português dos Refugiados, a Unicef, o Instituto Padre António Vieira, o Serviço Jesuíta aos Refugiados, o Instituto de Apoio à Criança e o Serviço Jesuíta aos Refugiados são algumas das entidades envolvidas no projecto.

"Esta plataforma inclui duas áreas de actuação: uma focada no acolhimento e integração de crianças refugiadas e das suas famílias em Portugal, e outra focada no apoio aos refugiados no seu país de origem", lê-se na informação enviada à Comunicação Social.

Fazem igualmente parte da plataforma a Confederação Nacional de Instituições de Solidariedade, a Comissão Nacional justiça e Paz e a Obra Católica das Migrações, entre outras organizações.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Natividade da Virgem Santa Maria



A vinda do Filho de Deus à terra, foi preparada, pouco a pouco, ao longo dos séculos, através de pessoas e acontecimentos. Entre as pessoas escolhidas por Deus para colaborarem no Seu projecto de salvação, houve uma, à qual foi confiada uma missão única: Maria, chamada a ser a Mãe do Salvador e cumulada, por isso, de todas as graças necessárias ao cumprimento dessa missão.
O nascimento de Maria foi, portanto, motivo de esperança para o mundo inteiro: anunciava já o de Jesus. Era a autora da salvação a despontar; «Ela vem ao mundo e com Ela o mundo é renovado. Ela nasce e a Igreja reveste-se da sua beleza». (Liturgia bizantina).
Felicitando a Mãe do Salvador, no dia do Seu aniversário natalício, peçamos a graça de à Sua semelhança, colaborarmos, generosamente, na salvação do mundo.


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Carta aos diocesanos de Lisboa, no início do novo ano pastoral


1. Em caminho sinodal
Chegados a setembro, retomamos o curso normal da nossa vida comunitária, no novo “ano pastoral” 2015-2016. Saúdo a todos e a cada um com o afeto e o envolvimento dum companheiro de jornada, na Igreja e para o mundo – aquele mundo fraterno que o Espírito não deixa de fermentar.
Esta jornada em que prosseguimos juntamente tem entre nós o ritmo próprio do nosso caminho de Lisboa, que nos levará ao Sínodo Diocesano de finais de 2016, assinalando o tricentenário da nossa qualificação “patriarcal” (pelo Papa Clemente XII, a 7 de novembro 1716). Tal qualificação referia a expansão missionária que daqui partira. Trezentos anos depois, exigirá o reforço missionário das nossas comunidades, para “longe ou perto”, como agora se requer.

(...)

Desejo a todos os diocesanos de Lisboa um ano pastoral muito feliz e fecundo!

Convosco, irmão e amigo, 

+ Manuel, Cardeal-Patriarca

Lisboa, 1 de Setembro de 2015


Leia a Carta completa em:
http://www.patriarcado-lisboa.pt/site/index.php?id=5414

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Rezemos


"Na verdade, a dramática situação de tantos milhares de pessoas que demandam a Europa como lugar de paz e sustento para si e para os seus, arrostando com duríssimas dificuldades para chegar e permanecer no nosso Continente, exigem de todos nós a resposta mais humana e capaz. Todas as famílias, comunidades e organizações católicas colaborarão inteiramente com as instâncias nacionais e internacionais que se conjugarem nesse sentido, para uma resposta que só pode ser global, dada a complexidade dos problemas a resolver, a curto, médio e longo prazo. Tudo se garantirá com um espírito solidário, tão criativo como persistente, que nos há de impulsionar, a nós e a todos."
                                                                                D. Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa na 
                                                                                                      Carta aos diocesanos de Lisboa, 
                                                                                                      no início de um novo ano pastoral
                                                                                                       1 de Setembro de 2015

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

2 de Setembro de 1985

 Neste dia, há 30 anos, foi lançada a rede de Caixas Automáticos MULTIBANCO, o primeiro projecto da SIBS. 
O funcionamento teve início com a instalação de 9 CA-MB nas cidades de Lisboa e Porto, as quais permitiam fazer levantamentos; consultas (saldos e movimentos) e alteração de PIN, com cartões MB.

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As primeiras foram:
 em Lisboa- BNU do Rossio (actualmente CGD) 

 no Porto - BBI na Rua Bonjardim (actualmente é uma agência BPI)

E seguiram-se
BPSM – Cais do Sodré - Lisboa
CPP – R. Augusta - Lisboa
BFB – Marquês de Pombal – Lisboa 
BESCL – Praça de Londres – Lisboa 
UBP – Av. Roma – Lisboa 
CGD – Pç Alvalade – Lisboa 
LLOYDS – Monte do Estoril 

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação

O Papa Francisco instituiu, a partir desta terça-feira, o dia 1 de Setembro como o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação. 

Os ortodoxos sugeriram e o Papa aceitou. A ideia surgiu no dia do lançamento da encíclica “Laudato Si” quando o representante do Patriarca Bartolomeu de Constantinopla desafiou a Igreja Católica a juntar-se aos ortodoxos, que, há anos, a 1 de Setembro, rezam pelo futuro da criação.
É mais um passo na aplicação da própria encíclica, em que o Papa apela a uma “conversão ecológica”. Em tempo de crise, todos os cristãos enfrentam idênticos desafios e são chamados a dar testemunho contra o consumismo, a cultura do desperdício, a exploração e esbanjamento dos recursos naturais.
Francisco propõe que se reze pelo futuro da casa comum e pela conversão ecológica.
Para este dia, a Santa Sé convida a retomar as orações que o Papa escreveu no final da encíclica, para cristãos e não só. Francisco dá o exemplo ao presidir esta terça-feira a uma liturgia em defesa da criação na Basílica de São Pedro.
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