105 anos da ACISJF em Portugal e 50 anos da inauguração do "Self-service".

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Nossa Senhora do Bom Conselho - Padroeira da ACISJF

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

PRENDRE DU TEMPS


Je suis sorti, Seigneur,
dehors les Hommes couraient, les vélos couraient,
la rue courait, la ville courait, tout le monde courait.
Ils couraient pour ne pas perdre de temps,
pour rattraper le temps, pour gagner du temps.

Au-revoir, Monsieur, excusez-moi, je n’ai pas le temps.
Je repasserai, je ne puis attendre, je n’ai pas le temps.
Je termine cette lettre car je n’ai pas le temps.
J’aurais aimé vous aider, je n’ai pas le temps.
Je ne puis accepter faute de temps.
Je ne puis réfléchir, lire, je suis débordé,
Je n’ai pas le temps.
J’aimerais prier mais je n’ai pas le temps…

Ainsi, les Hommes courent tous après le temps, Seigneur.
Ils passent sur la terre en courant,
pressés, bousculés, surchargés, affolés, débordés,
et ils n’y arrivent jamais…
Tu es hors du temps, tu souris, Seigneur,
de nous voir nous battre avec lui,
et tu sais ce que tu fais,
tu ne te trompes pas lorsque tu distribues
le temps des hommes.

Tu donnes à chacun le temps de faire
ce que tu veux qu’il fasse…
Seigneur j’ai le temps à moi,
tout le temps que tu me donnes,
les années de ma vie, les journées de mes années,
les heures de mes journées, elles sont toutes à moi.

À moi de les remplir tranquillement, calmement,
mais de les remplir tout entières jusqu’au bord,
pour te les offrir,
et que de leur eau fade, tu fasses un vin généreux,
comme jadis à Cana, tu fis pour les noces humaines.

Je ne te demande pas ce soir, Seigneur,
le temps de faire ceci, et puis encore cela,
je te demande la grâce de faire consciencieusement,
dans le temps que tu me donnes,
ce que tu veux que je fasse.

Michel Quoist

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Novos Bispos

Parabéns aos novos Bispos!
D. Rui Valério e D. Daniel Henriques, que Deus os ilumine!

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quinta-feira, 22 de novembro de 2018

A Medida do Amor é Amar sem Medida

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 A Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP) e os Núcleos de Estudantes Católicos de Lisboa promovem este sábado a conferência ‘A medida do amor é amar sem medida – Actualidade e desafios da Doutrina Social da Igreja’,  na Faculdade de Direito.

Conheça os oradores da iniciativa  No sábado, às 15h00, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

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quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Nossa Senhora da Nazaré

Um grupo de peregrinos da Nazaré, composto pelo padre Paolo Lagatta, Reitor do Santuário de Nossa Senhora da Nazaré, o Padre Salvatore Forte; o Presidente da Câmara da Nazaré, Walter Chicharro, o Presidente da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré, Nuno Batalha, entre outros membros da Paróquia de Nossa Senhora das Areias da Pederneira, entregou, hoje, ao Papa a pretensão da classificação do culto e devoção ao Milagre da Nossa Senhora da Nazaré a Património Cultural Imaterial da Humanidade, da UNESCO.
“Está cumprido o objectivo de entregar a imagem ao Santo Padre e de solicitar o apoio à candidatura que queremos apresentar à UNESCO. Foi um momento muito emocionante na minha vida, enquanto Presidente de Câmara e devoto de Nossa Senhora da Nazaré. Quero agradecer ao Reitor do Santuário de Nossa Senhora da Nazaré, e ao Presidente da Confraria de Nossa Senhora da Nazaré, Nuno Batalha, por terem contribuído para cumprirmos esta missão”, disse Walter Chicharro, Presidente da Câmara.


domingo, 11 de novembro de 2018

São Martinho

Lenda de S. Martinho
No século IV depois de Cristo, regressava um cavaleiro romano à Gália (hoje França), depois de grande jornada.
Nascido na Savária – terra da atual Hungria, e, então, parte do Império Romano – o militar era filho de um comandante romano, tendo crescido em Pavia (atual Itália). De origem pagã, tinha-se convertido ao Cristianismo quando adolescente, passando a desenvolver intensa atividade religiosa.
Em dia de grande tempestade, foi abordado por um pedinte.
Não trazendo com ele comida ou dinheiro, o cavaleiro, apiedado, pegou na sua espada, cortou ao meio a sua capa vermelha e deu metade dela ao pobre homem.
Então, a chuva parou, cessou a trovoada, dissiparam-se as nuvens e o sol brilhou cintilante.
E o cavaleiro seguiu o seu caminho.
Quando se acostou para descansar, sonhou.
Sonhou com Cristo. O Filho de Deus vestia a metade da sua capa e apontava-o a um grupo de anjos:
– Foi São Martinho catecúmeno* quem me agasalhou.
Percebeu então Martinho que tinha sido abençoado por Jesus e rezou pelo acontecido.
E o tempo manteve-se bom durante 3 dias.
Martinho glorificado continuou a sua viagem, sendo então batizado.
Ganhou fama de muito milagreiro e foi ordenado bispo, sendo o mais afamado dos Santos durante a Idade Média na zona da Gália. A França muito lhe deve em obras realizadas…
A festa de São Martinho celebra-se a 11 de Novembro, dia em que terá sido sepultado em Tours. Esta altura do ano é uma época de transição, depois do período do culto a Todos os Santos e aos Finados, em que se terminam os trabalhos agrícolas e se abrem as adegas e celeiros, sinónimo de fartura. Por todo lado se fazem magustos e celebrações.
Dizem as gentes…
“S. Martinho, castanhas e vinho”
e
“No dia de S. Martinho, vai à adega e prova 
o vinho” (vinho novo).
É quase sempre altura de tempo ameno, o que, segundo alguns, se deve à benção recebida por Martinho quando ofereceu o abrigo da sua capa rasgada a Jesus – 3 dias de Verão após a tempestade. Em França, diz-se que à passagem do seu cadáver até ao túmulo, as plantas nasciam e floriam, os pássaros cantavam, os aromas rescendiam, cantando a natureza loas à sua santidade, num percurso de 114 km a que hoje se chama “Le Chemin de l’Été de la Saint Martin”.
De um modo ou outro, assim nasceu a expressão “Verão de S. Martinho”. E mais uma vez, diz o povo…
“Verão de são Martinho, três dias e um bocadinho…”
Em Portugal, S. Martinho é orago de muitas paróquias, mas não deve ser confundido com S. Martinho de Dume, que foi Bispo de Braga.
São Martinho de Tours é patrono dos alfaiates, dos cavaleiros, dos pedintes, dos trabalhadores da restauração, dos produtores de vinho, dos ex-alcoólicos, dos soldados, dos cavalos, dos gansos (era costume comer-se a oca no seu dia), etc. Depois de ler a sua história, que cada um entenda à sua maneira…