segunda-feira, 11 de maio de 2026

PAZ E SEGURANÇA PARA O NORTE DE MOÇAMBIQUE Apelo da Comissão Nacional Justiça e Paz

 

O ataque terrorista recentemente perpetrado à Paróquia de São Luís de Monfort e à missão católica de Meza na diocese de Pemba, Moçambique, deixa-nos profundamente chocados e com receio do recrudescimento da violência contra a comunidade cristã. As imagens são devastadoras.

  Foram raptados 20 jovens, profanada e destruída a igreja, construída em 1946, e todas as estruturas da missão católica, privando a população de cuidados de saúde e instrução.

Cristãos católicos e cristãos de outras denominações viram as suas casas destruídas num ataque de ostensiva intimidação e perseguição e continua desconhecido o paradeiro dos jovens levados pelos terroristas, motivo de grande aflição para todos, em particular para as suas famílias.

Refira-se que a Comunidade Islâmica de Moçambique [CIMO] já condenou o ataque terrorista e manifestou “a sua profunda preocupação” pelo que está a acontecer na província de Cabo Delgado.

Infelizmente, o apoio da União Europeia às Forças de Defesa do Ruanda (RDF) ao abrigo do Mecanismo Europeu de Apoio à Paz — cerca de 20 milhões de euros — parece terminar este mês, o que não deixa auspiciar nada de bom, sabendo que as ações armadas já fizeram perto de 7000 mortos nos últimos 10 anos.

A Comissão Nacional Justiça e Paz lança um apelo às autoridades portuguesas, em especial a Sua Excelência o Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, para que lance mão de todos os meios ao alcance de Portugal de modo a fazer respeitar a paz e a segurança destas comunidades com quem partilhamos a nossa História e a Língua Portuguesa.

Quando todas as atenções se concentram no Golfo Pérsico e no massacrado Líbano, estes atos da mais bárbara violência ficam sem voz nos noticiários, pelo que nos juntamos à Fundação AIS (Ajuda à Igreja que Sofre) neste apelo.

 

Lisboa, 11 de maio de 2026

A Comissão Nacional Justiça e Paz


Seigneur, fais-moi rire

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J’ai des drôles d’idées, Seigneur.
Mais que veux-tu,
De penser à toi si proche de nous…
Si semblable à nous pour que nous devenions semblables à Toi
Me rend heureux.
Tellement heureux que je m’étonne que nous ne le soyons pas plus
Et je ne comprends pas que nous ayons l’air triste,
Quand nous parlons de Toi.
Et je ne comprends pas que nous ayons l’air triste,
Quand nous nous rassemblons pour Te prier,
Et offrir avec Toi au Père, ta souffrance…
Et des peurs, tes joies… Et tes rires, Ta vie…
Les hommes autour de nous,
En Toi croiraient peut-être plus,
Si nous étions davantage joyeux,
Et si on le voyait.
Pardonne-moi mes gamineries,
Mais j’ai envie de Te dire ce soir
Comme les tout-petits enfants sur les genoux de leur grand frère :
« Fais-moi rire ! »
Oui, c’est ma prière inattendue, Seigneur.
« Fais-moi rire ! »
Pour que je puisse à mon tour,
Faire rire mes frères. Ils en ont tant besoins !


Père Michel Quoist

quinta-feira, 23 de abril de 2026

23 DE ABRIL - DIA MUNDIAL DO LIVRO

 “Quem não lê, aos 70 anos terá vivido só uma vida. Quem lê terá vivido 5 mil anos. A leitura é uma imortalidade de trás para frente”.  

Umberto Eco