Elias chega ao limite e deseja morrer. Deus não responde com uma repreensão espiritual nem lhe exige força imediata.
Primeiro, aproxima-se, deixa-o descansar, alimenta-o e acompanha-o. Só depois o caminho recomeça.
Esta passagem não é uma receita clínica, mas recorda-nos algo essencial: o sofrimento profundo precisa de ser levado a sério. A fé, a escuta e o apoio profissional não são concorrentes. Podem caminhar juntos.
Se alguém te disser que já não aguenta, não minimizes, não moralizes e não prometas soluções fáceis. Fica presente e procura ajuda adequada.
Pedir ajuda pode ser o primeiro gesto de esperança.


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