Este Encontro, promovido pelo Departamento para os Direitos Sociais da Câmara Municipal de Lisboa, decorrerá já no dia 29 de setembro de 2026, entre as 09h00 às 16h30, no MUDE - Museu do Design, sito na Rua Augusta, n.º 24, Lisboa.
VIVER O BAIRRO surge da necessidade de dar continuidade a uma resposta social real que apoia mulheres e famílias desde 1984! Vamos dar vida e cuidar deste lugar! 9 famílias, 16 crianças, 3 postos de trabalho. Somos muitos, Somos UM!
Porquê VIVER O BAIRRO?
O futuro espaço da nova sede situa-se no Bairro dos Pescadores junto à Praia Norte onde vivem maioritariamente população idosa ou migrante. Vamos dar vida e cuidar deste lugar!
Neste momento apoiamos 9 famílias, 16 crianças e 3 postos de trabalho. Fazemos artesanato e organizamos workshops de arte manual e desenvolvimento humano que ocupam e revitalizam a comunidade local.
O nosso foco é remodelar o novo espaço sede (cedido pelo Município) para deixarmos de pagar renda (200€ por mês) e onde se reúnem, pela área envolvente existente que é pública, condições maravilhosas pois temos:
parque de recreio e jogos - onde podemos ver as crianças brincar enquanto outras estudam na sede
parque de merendas - maravilhoso para convívio com a comunidade e lanche ao ar livre
uma pequena capela - para estimular a pausa, a reflexão, a oração e o silêncio
estamos ao lado da praia e das escolas das crianças - o que nos permite deslocar sem necessidade de transporte
temos vizinhos que são parceiros de uma rede social - exemplo do Banco Alimentar; do Instituto Politécnico de Viana do Castelo - projeto Escola Inclusiva; assim como empresas
é uma zona que tem potencial para nós crescermos
VIVER O BAIRRO tem a intenção de promover o relacionamento e de (re)aprender a viver em comunidade, servindo não só os que se encontram em condições de vulnerabilidade mas também dos que cuidam e servem noutras instituições, através de UMA REDE SOCIAL REAL.
Elias chega ao limite e deseja morrer. Deus não responde com uma repreensão espiritual nem lhe exige força imediata.
Primeiro, aproxima-se, deixa-o descansar, alimenta-o e acompanha-o. Só depois o caminho recomeça.
Esta passagem não é uma receita clínica, mas recorda-nos algo essencial: o sofrimento profundo precisa de ser levado a sério. A fé, a escuta e o apoio profissional não são concorrentes. Podem caminhar juntos.
Se alguém te disser que já não aguenta, não minimizes, não moralizes e não prometas soluções fáceis. Fica presente e procura ajuda adequada.
Pedir ajuda pode ser o primeiro gesto de esperança.
Se você ou alguém que conhece está a passar por um momento difícil, lembre-se de que existem linhas de apoio gratuitas, confidenciais e disponíveis 24 horas por dia: Linha SNS 24: Ligue 808 24 24 24 (Selecione a opção de Apoio Psicológico).
Linha Nacional de Prevenção do Suicídio e Apoio Psicológico: 1411
Linha de Emergência Médica (INEM): Ligue 112 em caso de perigo imediato ou crise aguda.