Este é o Tempo

Este é o Tempo

ESTE É O TEMPO PARA ESPERAR CONTRA TODA A ESPERANÇA, PARA TRABALHAR PELA JUSTIÇA E PELA PAZ, PARA AMAR AS PESSOAS, PARA AMÁ-LAS UMA A UMA

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012


SÁBADO ESPECIAL NO FERRAGIAL
10 de Março de 2012
“ Self–Service ” aberto

I - ALMOÇO ~ das 12.00H às 15.00 H ~

Ementa: Sopa de grão com espinafres
Pastéis de Bacalhau - arroz de cenoura
Rolo de carne – legumes
Salada mista
Mousse de chocolate ou rodelas de fruta
II - CHÁ ~ das 15.00 às 18.00 H ~
(preços habituais)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

A Nossa Porta

A Porta

Eu sou feita de madeira
Madeira, matéria morta
Mas não há coisa no mundo
Mais viva do que uma porta.

Eu abro devagarinho
Pra passar o menininho
Eu abro bem com cuidado
Pra passar o namorado
Eu abro bem prazenteira
Pra passar a cozinheira
Eu abro de supetão
Pra passar o capitão.


Só não abro pra essa gente
Que diz (a mim bem me importa...)
Que se uma pessoa é burra
É burra como uma porta.

Eu sou muito inteligente!
Eu fecho a frente da casa
Fecho a frente do quartel
Fecho tudo nesse mundo
Só vivo aberta no céu!


                                             Vinicius de Moraes

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

António Aleixo



Os meus versos o que são?
Devem ser, se os não confundo,
Pedaços do coração
Que deixo cá, neste mundo.





O poeta António Aleixo, cauteleiro e pastor de rebanhos, cantor popular de feira em feira, pelas redondezas de Loulé, é um caso singular, bem digno de atenção de quantos se interessam pela poesia.

Nasceu em Vila Real de Santo António a 18 de Fevereiro de 1899.
Não sendo totalmente analfabeto, sabe ler e leu meia dúzia de bons livros - não é porém capaz de escrever com correcção e a sua preparação intelectual não lhe deu qualificação para poder ser considerado um poeta culto. Mas ficou sendo conhecido por o maior poeta popular (O poeta do povo).
António Aleixo, compõe e improvisa nas mais diversas situações e oportunidades. Umas vezes cantando numa feira ou festa de aldeia, outras, a pedido de amigos que lhe beliscam a veia; ora aproveitando traços caricaturais de pessoas conhecidas, ora sugestionado por uma conversa de tom mais elevado e a cuja altura sobe facilmente.
Passeando, sozinho, a guardar umas cabras ou a fazer circular as cautelas de lotaria - sua mais habitual ocupação, por isso também chamado "poeta cauteleiro" ou acompanhado por amigos, numa ceia ou num café, o poeta está presente e alerta e lá vem a quadra ou a sextilha, a fixar um pensamento, a finalizar uma discussão, a apreciar um dito ou a refinar uma troça. E, normalmente, a forma é lapidar, o conceito incisivo e o vocabulário justo e preciso.
O que caracteriza a poesia de António Aleixo é o tom dorido, irónico, um pouco puritano de moralista, com que aprecia os acontecimentos e as acções dos homens.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Vaga de Frio

INEM alerta para cuidados a ter com a vaga de frio
Quando a temperatura desce significativamente abaixo do normal, é importante que se
mantenha quente e seguro. O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) alerta para
quais os principais problemas relacionados com o frio e como atuar. Crianças e idosos são
grupos particularmente vulneráveis mas qualquer um pode ser afetado.

Lisboa, 01 de Fevereiro de 2012
 
Para mais informações, contactar:


Gabinete de Comunicação e Imagem do INEM
Instituto Nacional de Emergência Médica
Rua Almirante Barroso, 36 4.º piso / 1000-013 Lisboa – Portugal
Tel. + 351 213 508 108 / Fax. + 351 213 508 183
Telemóvel: + 351 963 902 534 / +351 911 504 448
E-mail: gab.informacao@inem.pt / Internet: www.inem.pt