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ESTIVEMOS CÁ TODO O VERÃO, E ESTAMOS NO OUTONO E NO INVERNO!
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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

"O Sonho Missionário de chegar a Todos"

O Sínodo da Diocese de Lisboa, o primeiro desde 1640, inicia-se esta quarta-feira no Centro Diocesano de Espiritualidade Imaculado Coração de Maria, no Turcifal.
O Sínodo, no âmbito das celebrações do tricentenário da criação do Patriarcado de Lisboa, foi anunciado pelo cardeal patriarca Manuel Clemente, em Janeiro de 2014, com o objectivo de a diocese da capital concretizar as “orientações do papa Francisco”, designadamente o reforço pela opção missionária e a reforma das estruturas, segundo o comunicado, então divulgado, pelo Conselho Presbiteral da diocese lisbonense.
Na Assembleia Sinodal, que decorre até a domingo, contam-se 137 participantes, entre leigos, clérigos e religiosos, segundo dados do Patriarcado.
Durante os cinco dias, vai ser analisado o documento de trabalho “O sonho missionário de chegar a todos”, disponível num site para o efeito. O título do documento foi retirado da Exortação Apostólica “Evangelii Gaudium” (“Alegria no Evangelho”), do papa Francisco.
Os trabalhos organizam-se, segundo nota do Patriarcado, em três temas principais: “Escutar o mundo e olhar a Igreja”, “Discernir sobre os critérios evangélicos para acção eclesial” e “Lançar desafios para uma conversão pastoral e missionária no Patriarcado de Lisboa”.
Paralelamente vão realizar-se “momentos de oração, reflexão, discussão e intervenções”, segundo nota do Patriarcado, divulgada hoje. Terminada a Assembleia Sinodal, “o cardeal patriarca de Lisboa vai elaborar um documento que apresentará as linhas orientadoras para a acção pastoral da Igreja de Lisboa para os próximos anos”.
A apresentação oficial deste documento, que marcará o encerramento do Sínodo Diocesano, realiza-se no dia 08 de Dezembro, às 15h30, durante a celebração solenidade da Imaculada Conceição, no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Familiarmente Falando



“Em 1999, a Assembleia Geral das Nações Unidas designou o dia 25 de Novembro como o Dia Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Violência contra as Mulheres(Resolução 54/134) e convidou os governos, organizações internacionais e ONG a organizarem actividades nesse dia, como forma de chamar a atenção do público para o problema.

Desde o dia 1 de Janeiro de 2008, a responsabilidade pela manutenção do Comité para a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres é do  Gabinete do Alto Comissário para os Direitos Humanos em Genebra.
A  Assembleia Geral das Nações Unidas criou , em 1979, a  Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (CEDAW). A Convenção define a discriminação contra as mulheres como sendo  "... qualquer distinção, exclusão ou restrição com base no sexo, que tenha o efeito ou propósito de impedir ou anular o reconhecimento, gozo ou exercício pela mulher, independentemente do seu estado civil, em condições de igualdade entre homens e mulheres, dos direitos humanos e das liberdades fundamentais no domínio político, económico, social, cultural, civil ou qualquer outro. "A discriminação sobre as mulheres assume várias formas  de violência e decorre em diferentes espaços: o Privado - em casa -  e em Público - no trabalho -. Nos diferentes momentos da vida, em criança (quando obrigada a  práticas desadequadas à sua idade, por exemplo,  em países que permitem o casamento de jovens/crianças (mulheres) que, muitas vezes,  as levam à morte. Na juventude, com a violência exercida no namoro (violência doméstica). Na idade adulta, aquando da vivência do casamento, e que, por vezes, se estende à 3ª idade.
No dia 25 de Novembro, a ACISJF - Associação Católica Internacional ao Serviço da Juventude Feminina -  associa-se a esta causa, através de uma Acção de Sensibilização, que contará com a presença de uma Técnica de Apoio à Vítima,  no  Centro de Acolhimento em Sintra, onde será disponibilizada informação sobre o tema.  A ACISJF recorda que o fenómeno  da violência contra as mulheres começa, muitas vezes, no lugar que  seria, por excelência, de segurança - a sua própria  casa -  a denominada violência doméstica, e que  abrange transversalmente vítimas de diferentes estratos sociais, classes económicas, habilitações académicas e zonas de residência, entre outras... De acordo com os dados da APAV, “as mulheres representam mais de 81% das pessoas atendidas na sua rede nacional de 15 Gabinetes de Apoio à Vítima.”
Contactos:
Ø  ACISJF: Centro de Acolhimento de Sintra
- Rua Dr. Câmara Pestana, Edificio Sintra, Lj 11
             e-mail: acisjf.sintra@gmail.com          Telefone: 219 242 069
Ø  Linha Nacional de Emergência Social 144 (Chamada gratuita e disponível 24h/dia)
Ø  Serviço de Informação às Vítimas de Violência Doméstica
 (Número Verde Gratuito 800 202 148)
Ø  Linha de Apoio à vítima: dias úteis, das 09h às 19h (Chamada gratuita:116 006)

Sandra Alves- Mediadora Familiar       

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Síria

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Igreja de Nossa Senhora da Encarnação
23 Novembro, às 21h15

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Dia Mundial dos Pobres



CARTA APOSTÓLICA
MISERICORDIA ET MISERA
DO SANTO PADRE 
FRANCISCO
NO TERMO DO JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA
FRANCISCOa quantos lerem esta Carta Apostólica
misericórdia e paz!
(...)

À luz do «Jubileu das Pessoas Excluídas Socialmente», celebrado quando já se iam fechando as Portas da Misericórdia em todas as catedrais e santuários do mundo, intuí que, como mais um sinal concreto deste Ano Santo extraordinário, se deve celebrar em toda a Igreja, na ocorrência do XXXIII Domingo do Tempo Comum, o Dia Mundial dos Pobres. Será a mais digna preparação para bem viver a solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, que Se identificou com os mais pequenos e os pobres e nos há de julgar sobre as obras de misericórdia (cf. Mt 25, 31-46). Será um Dia que vai ajudar as comunidades e cada baptizado a reflectir como a pobreza está no âmago do Evangelho e tomar consciência de que não poderá haver justiça nem paz social enquanto Lázaro jazer à porta da nossa casa (cf. Lc 16, 19-21). Além disso este Dia constituirá uma forma genuína de nova evangelização (cf. Mt 11, 5), procurando renovar o rosto da Igreja na sua perene acção de conversão pastoral para ser testemunha da misericórdia.

22. Sobre nós permanecem pousados os olhos misericordiosos da Santa Mãe de Deus. Ela é a primeira que abre a procissão e nos acompanha no testemunho do amor. A Mãe da Misericórdia reúne a todos sob a protecção do seu manto, como A quis frequentemente representar a arte. Confiemos na sua ajuda materna e sigamos a indicação perene que nos dá de olhar para Jesus, rosto radiante da misericórdia de Deus.

Dado em Roma, junto de São Pedro, em 20 de Novembro – Solenidade de Cristo Rei – do Ano do Senhor de 2016, quarto do meu pontificado.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Celebrações dos 300 anos do Palácio de Mafra

17 Novembro 2016 a 19 Dezembro de 2017

Tricentenário do Palácio de Mafra | 17 Novembro 2016 a 19 Dezembro de 2017 Tricentenário do Palácio de Mafra | 17 Novembro 2016 a 19 Dezembro de 2017





A 17 de Novembro de 2017 comemora-se o tricentenário da colocação da primeira pedra da construção da Basílica do Palácio Nacional de Mafra. 
Durante este ano até ao fim do próximo ano, assinala-se aquela data histórica através de meia centena de iniciativas culturais e religiosas, nomeadamente concertos a seis órgãos, conferências, visitas à Tapada Nacional, lançamento de livros, exposições, encenação de uma peça de teatro baseada no Memorial do Convento, de José Saramago, e visitas subterrâneas a locais vedados ao público.


Da programação até ao final deste ano, destacamos o Concerto a seis órgãos (4 Dezembro | 16h00) na Basílica do Palácio Nacional de Mafra, o Lançamento de Memorial do Convento de José Saramago, numa edição especial da obra com prefácio do professor Carlos Reis e ilustrações originais do pintor João Abel Manta (10 Dezembro | 16h00), na Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra, e o Concerto a seis órgãos com a participação do Coro da Academia de Música de Santa Cecília (17 e 18 Dezembro | 21h00), na Basílica do Palácio Nacional de Mafra, concertos que são gravados pela Antena 2 e RTP 2 e transmitidos pelos dois canais a 23 de Dezembro às 19h00.

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo

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A ideia da construção do Monumento a Cristo Rei surge em 1934, aquando de uma visita ao Brasil do então Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira. Ao passar pelo Rio de Janeiro, viu a imponente imagem de Cristo Redentor do Corcovado e logo no seu coração nasceu o desejo de construir semelhante obra em frente a Lisboa. Em 1936, a ideia de construir o Monumento a Cristo Rei foi transmitida ao “Apostolado de Oração”, que a acolheu entusiasticamente. Para ser Nacional, o Monumento precisava de aprovação e cooperação de todos os Bispos Portugueses. Tal sensibilização aos Bispos é conseguida, sendo proclamada oficialmente na Pastoral Colectiva da Quaresma de 1937.


Em 1939, inicia-se a II Guerra Mundial e foi durante este período que a ideia da construção do Monumento a Cristo Rei ganhou um novo sentido e vigor.

Em 20 de Abril de 1940, em Fátima, os bispos nacionais, no final do seu Retiro anual, formularam o seguinte voto: “Se Portugal fosse poupado da Guerra, erguer-se-ia sobre Lisboa um Monumento ao Sagrado Coração de Jesus, sinal visível de como Deus, através do Amor, deseja conquistar para Si toda a humanidade”.

Portugal manteve uma posição de neutralidade na II Guerra Mundial, não participando directamente nas acções de bélicas e esse facto foi decisivo para que se colocasse em marcha uma campanha nacional de angariação de fundos, para que a construção fosse uma realidade.

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Fizeram-se várias campanhas de angariação de fundos, nomeadamente uma subscrição nacional com início no dia da Festa do Santíssimo Sagrado Coração de Jesus, tendo a base mínima de contribuição individual sido fixada num escudo por pessoa.
Devemos também fazer referência à participação de todas as crianças portuguesas na campanha de angariação de fundos para a construção do Monumento, campanha essa que se chamou “Pedras Pequeninas” estendendo-se desde 1939 até 1958.



A 18 de Dezembro de 1949 é solenemente lançada a 1ª Pedra do Monumento a Cristo Rei.


A 17 de Maio de 1959 (Dia de Pentecostes) perante a imagem de Nossa Senhora de Fátima, com a participação de todo o Episcopado Português, os Cardeais do Rio de Janeiro e de Lourenço Marques (Maputo), autoridades civis e de 300 mil pessoas, inaugurou-se o Monumento. Sua Santidade, o Papa João XXIII fez-se presente por Radiomensagem. Na ocasião, o Cardeal Cerejeira fez uma consideração eloquente: "Este será sempre um sinal de Gratidão Nacional pelo dom da Paz".


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O Monumento de Cristo Rei é um farol divino, 
uma mensagem de amor, uma grandiosa profissão de Fé!

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Papa pediu e Cuba respondeu. Mais de 700 prisioneiros perdoados

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A pedido do Papa, o Governo de Cuba decidiu perdoar 787 prisioneiros comuns. A informação está numa nota do Conselho de Estado cubano.

Os prisioneiros abrangidos foram seleccionados de acordo com os crimes cometidos e pelo comportamento enquanto cumpriam a pena ou aguardavam pela sentença.

As mulheres, os jovens e as pessoas com doenças terão recebido um tratamento especial.

No início do mês, durante uma missa dedicada aos presos de todo o mundo, o Papa pediu a todos os líderes mundiais que ponderem “a possibilidade de proceder a um acto de clemência face aos prisioneiros que considerem poder beneficiar dessa acção”.

O presidente da Conferência Episcopal Cubana já reagiu à decisão do governo de Raul Castro, dizendo estar “muito contente”.

A verdade é que Havana não admite ter quaisquer prisioneiros políticos.

Em Setembro de 2015, Cuba perdoou 3.522 presos num gesto que auto denominou de “humanitário” e que precedeu a visita do Papa Francisco.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

300 Anos do Patriarcado de Lisboa

“PARTIMOS. VAMOS. SOMOS.
Mais do que três palavras, indicam uma vida plena, como realmente acontece.

Só é, quem "parte", de corpo e alma parte, e assim mesmo acontece. Como queremos para nós e para todos.

Trezentos anos de Patriarcado em Lisboa, aludem ao que se chegou a ser porque antes se partira. Já de trás, como os que aqui tinham chegado tantos séculos antes com o Evangelho de Cristo. Como os que se têm acrescentado de 1716 para 2016. E os que hão de partir também, mesmo que fiquem onde estão, na viagem e torna viagem que o nosso mundo proporciona e reclama. Às vezes até bem perto, para que ninguém fique sem terra.

Venham ver a viagem em toada musical. Venham ser com os que foram, para acontecerem sempre mais agora.”

Manuel, Cardeal-Patriarca de Lisboa



“Partimos. Vamos. Somos.” é o nome do Musical que o Patriarcado de Lisboalevará à cena já no próximo mês de Novembro, no Tivoli BBVA, em Lisboa.

A iniciativa partiu do Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, e faz parte do programa das comemorações dos 300 anos da qualificação patriarcal da Diocese.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Ajude a Ajudar




A Fundação S. João de Deus (FSJD) organiza no próximo dia 13 de Novembro um concerto solidário com o objectivo de chamar a atenção para a dificuldade de integração da pessoa com a doença mental na sociedade.

O concerto solidário terá lugar no Cinema São Jorge, em Lisboa, e a actuação será da responsabilidade da Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana. Com cerca de 70 elementos, é considerada uma das melhores bandas sinfónicas internacionais.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

São Nuno de Santa Maria

A inauguração da estátua de São Nuno de Santa Maria 
vai acontecer no próximo Domingo,
 6 de Novembro, às 15h30, 
no topo da Avenida Torre de Belém, no Restelo.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Viagem Apostólica do Papa Francisco à Suécia


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"Com esta Declaração Conjunta, expressamos jubilosa gratidão a Deus por este momento de oração comum na Catedral de Lund, com que iniciamos o ano comemorativo do quinto centenário da Reforma. Cinquenta anos de constante e frutuoso diálogo ecuménico entre católicos e luteranos ajudaram-nos a superar muitas diferenças e aprofundaram a compreensão e confiança entre nós. Ao mesmo tempo, aproximamo-nos uns dos outros através do serviço comum ao próximo – muitas vezes em situações de sofrimento e de perseguição. Graças ao diálogo e testemunho compartilhado, já não somos desconhecidos; antes, aprendemos que aquilo que nos une é maior do que aquilo que nos separa.

(...)

Apelamos a todas as paróquias e comunidades luteranas e católicas para que sejam corajosas e criativas, alegres e cheias de esperança no seu compromisso de prosseguir na grande aventura que nos espera. Mais do que os conflitos do passado, há de ser o dom divino da unidade entre nós a guiar a colaboração e a aprofundar a nossa solidariedade. Estreitando-nos a Cristo na fé, rezando juntos, ouvindo-nos mutuamente, vivendo o amor de Cristo nas nossas relações, nós, católicos e luteranos, abrimo-nos ao poder de Deus Uno e Trino. Radicados em Cristo e testemunhando-O, renovamos a nossa determinação de ser fiéis arautos do amor infinito de Deus por toda a humanidade."


excerto da Declaração Conjunta por ocasião da comemoração conjunta católica-luterana da Reforma

Lund, 31 de Outubro de 2016

pode ler a declaração completa em:

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Viagem Apostólica do Papa Francisco à Suécia

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"Neste encontro de oração, aqui em Lund, queremos manifestar o nosso desejo comum de permanecer unidos a Ele para termos vida. Pedimos-Lhe: «Senhor, com a vossa graça ajudai-nos a estar mais unidos a Vós para darmos, juntos, um testemunho mais eficaz de fé, esperança e caridade». É também um momento propício para dar graças a Deus pelo esforço de muitos irmãos nossos, de diferentes comunidades eclesiais, que não se resignaram com a divisão, mas mantiveram viva a esperança da reconciliação entre todos os que crêem no único Senhor.

(...)

Nós, luteranos e católicos, rezamos juntos nesta Catedral e estamos conscientes de que, sem Deus, nada podemos fazer; pedimos o seu auxílio para sermos membros vivos unidos a Ele, sempre carecidos da sua graça para podermos levar, juntos, a sua Palavra ao mundo, que tem necessidade da sua ternura e misericórdia."

excerto da Homília do Santo Padre na Oração Ecuménica na Catedral Luterana de Lund