quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
Dia de São Nicolau
6 DE DEZEMBRO
Sabe quem é São Nicolau?
São Nicolau foi e é o
santo mais popular do mundo. Agora é conhecido por “Pai Natal”.
No século IV, era um abade de Patara depois, Bispo de Myra
(Turquia). Tornou-se famoso pela sua generosidade.
Segundo a tradição,
nasceu rico, e, desde a juventude, dedicou-se a repartir o seu dinheiro de uma forma
original: procurava averiguar quem seriam os mais necessitados, e, durante a noite,
ia, furtivamente, a suas casas, para nelas depositar bolsas
repletas de ouro.
O culto de S.
Nicolau, sobretudo a tradição do “Pai
Natal”, enraizou-se nos países nórdicos, de onde se espalhou para o Ocidente.
Não confundir com o
Menino Jesus, que, há 2017 anos, nasceu pobre em Belém, em 25 de
Dezembro e muito lhe
ensinou!
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
UNE ETOILE DANS TON CIEL
Il y a toujours une étoile dans ton ciel,
Si tu sais regarder, si tu veux regarder.
Même au plus profond de la nuit,
Quand tout semble perdu, que tu te crois abandonné,
Lève les yeux, regarde et avance.
Si tu sais regarder, si tu veux regarder.
Même au plus profond de la nuit,
Quand tout semble perdu, que tu te crois abandonné,
Lève les yeux, regarde et avance.
Il y a toujours une étoile dans ton ciel,
Allez, rien n'est jamais fini,
Tout peut recommencer si tu le veux ;
Les possibles sont à portée de cœur.
Si tu sais garder l'espérance,
Lève les yeux, regarde et avance.
Allez, rien n'est jamais fini,
Tout peut recommencer si tu le veux ;
Les possibles sont à portée de cœur.
Si tu sais garder l'espérance,
Lève les yeux, regarde et avance.
Il y a toujours une étoile dans ton ciel.
Bien sûr, de temps en temps la nuit l'emporte,
Mais tu le sais, ce n'est que pour un temps ;
Rien ne peut résister aux soleils à naître,
Tu verras, ils embraseront ta nuit de lumière.
Lève les yeux, regarde et avance.
Bien sûr, de temps en temps la nuit l'emporte,
Mais tu le sais, ce n'est que pour un temps ;
Rien ne peut résister aux soleils à naître,
Tu verras, ils embraseront ta nuit de lumière.
Lève les yeux, regarde et avance.
Il y a toujours une étoile dans ton ciel,
Comme une invitation à te lever pour partir,
Comme un signe qui jamais ne se lasse.
Allons, redresse-toi, tu n'es pas seul.
Regarde, il est là celui que tu attendais.
Comme une invitation à te lever pour partir,
Comme un signe qui jamais ne se lasse.
Allons, redresse-toi, tu n'es pas seul.
Regarde, il est là celui que tu attendais.
Robert Riber
sábado, 2 de dezembro de 2017
Contribua

Seja voluntário e contribua.
Mobilize os seus amigos e apareça no Banco Alimentar da sua região.
É preciso mais para que falte ainda menos.
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
Restauração da Independência

COROAÇÃO DE D. JOÃO IV (1908).
Quadro de Veloso Salgado (1864-1945). Óleo sobre tela (325 x 285 cm).
Museu Militar (Sala Restauração), Lisboa
Em 1637 ocorreu o tumulto do Manuelinho de Évora, um pronuncio do que viria a ocorrer três anos mais tarde, em 1640, com a instauração da casa de Bragança em 1 de Dezembro de 1640, dia da restauração da independência de Portugal.
A conspiração de 1640, contra o rei Filipe III de Portugal, foi planeada por um grupo de quarenta homens da nobreza que ficou conhecido como “os Conjurados”, dos quais se destacavam D. Antão de Almada, D. Miguel de Almeida e o Dr. João Pinto Ribeiro. Este grupo de homens acorreu ao Terreiro do Paço no sábado, 1 de Dezembro de 1640, e matou o secretário de Estado Miguel de Vasconcelos, além de aprisionarem a Duquesa de Mântua, prima de Filipe III e a quem este tinha confiado o governo de Portugal. Este momento foi o ideal para esta conspiração, pois o Reino de Espanha estava envolvido na Guerra dos Trinta Anos e estava mais preocupado em vencer a revolta da Catalunha do que propriamente com o território português.
Após a restauração da independência, a maior preocupação de D. João IV, o novo rei de Portugal, e dos seus apoiantes passou a ser a consolidação do poder alcançado. Em primeiro lugar, seria necessário que D. João IV fosse reconhecido a nível nacional e internacional como o legítimo rei de Portugal. A nível nacional, isso foi conseguido prontamente com o juramento perante as Cortes de Lisboa, em Janeiro de 1641. Depois, D. João IV enviou vários embaixadores às várias capitais europeias com o objetivo de obter o apoio dos outros monarcas. Esse esforço foi bem sucedido.
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