quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Gerações em Diálogo

 


Este Encontro, promovido pelo Departamento para os Direitos Sociais da Câmara Municipal de Lisboa, decorrerá já no dia 29 de setembro de 2026, entre as 09h00 às 16h30, no MUDE - Museu do Design, sito na Rua Augusta, n.º 24, Lisboa.


terça-feira, 22 de setembro de 2026

Ajude a ACISJF em Viana do Castelo



Contribua em : https://ppl.pt/ACISJF


 VIVER O BAIRRO surge da necessidade de dar continuidade a uma resposta social real que apoia mulheres e famílias desde 1984! Vamos dar vida e cuidar deste lugar! 9 famílias, 16 crianças, 3 postos de trabalho. Somos muitos, Somos UM!

Porquê VIVER O BAIRRO? 

O futuro espaço da nova sede situa-se no Bairro dos Pescadores junto à Praia Norte onde vivem maioritariamente população idosa ou migrante. Vamos dar vida e cuidar deste lugar!

Neste momento apoiamos 9 famílias, 16 crianças e 3 postos de trabalho. Fazemos artesanato e organizamos workshops de arte manual e desenvolvimento humano que ocupam e revitalizam a comunidade local.

O nosso foco é remodelar o novo espaço sede (cedido pelo Município) para deixarmos de pagar renda (200€ por mês) e onde se reúnem, pela área envolvente existente que é pública, condições maravilhosas pois temos:

  • parque de recreio e jogos - onde podemos ver as crianças brincar enquanto outras estudam na sede
  • parque de merendas - maravilhoso para convívio com a comunidade e lanche ao ar livre
  • uma pequena capela  - para estimular a pausa, a reflexão, a oração e o silêncio 
  • estamos ao lado da praia e das escolas das crianças  - o que nos permite deslocar sem necessidade de transporte
  • temos vizinhos que são parceiros de uma rede social - exemplo do Banco Alimentar; do Instituto Politécnico de Viana do Castelo - projeto Escola Inclusiva; assim como empresas
  • é uma zona que tem potencial para nós crescermos
     

VIVER O BAIRRO tem a intenção de promover o relacionamento e de (re)aprender a viver em comunidade, servindo não só os que se encontram em condições de vulnerabilidade mas também dos que cuidam e servem noutras instituições, através de UMA REDE SOCIAL REAL.

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Temos tempo para Escutar quem precisa?

 


Elias chega ao limite e deseja morrer. Deus não responde com uma repreensão espiritual nem lhe exige força imediata.

Primeiro, aproxima-se, deixa-o descansar, alimenta-o e acompanha-o. Só depois o caminho recomeça.

Esta passagem não é uma receita clínica, mas recorda-nos algo essencial: o sofrimento profundo precisa de ser levado a sério. A fé, a escuta e o apoio profissional não são concorrentes. Podem caminhar juntos.

Se alguém te disser que já não aguenta, não minimizes, não moralizes e não prometas soluções fáceis. Fica presente e procura ajuda adequada.

Pedir ajuda pode ser o primeiro gesto de esperança.

segunda-feira, 7 de setembro de 2026



Se você ou alguém que conhece está a passar por um momento difícil, lembre-se de que existem linhas de apoio gratuitas, confidenciais e disponíveis 24 horas por dia:
Linha SNS 24: Ligue
808 24 24 24 (Selecione a opção de Apoio Psicológico).


Linha Nacional de Prevenção do Suicídio e Apoio Psicológico:
1411

Linha de Emergência Médica (INEM):
Ligue 112 em caso de perigo imediato ou crise aguda.

 

in: https://www.facebook.com/photo/?fbid=1517704660162367&set=a.342298904369621

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

 



O Catecismo não apresenta o descanso como uma concessão feita aos menos resistentes. Afirma que a vida humana possui um ritmo de trabalho e repouso.

Precisamos de tempo para trabalhar, mas também para cuidar da família, desenvolver a vida cultural e social, rezar e permitir que o corpo recupere.

terça-feira, 11 de agosto de 2026

Descanso

 

Podemos descansar o corpo e continuar interiormente exaustos.

Mudamos de lugar, fechamos o computador e começamos as férias, mas levamos connosco as mesmas preocupações, comparações e feridas.

Santo Agostinho percebeu que existe no ser humano uma inquietação que nenhuma viagem, aquisição ou distração consegue preencher completamente. O coração deseja uma casa maior. Deseja repousar naquele que o conhece e ama sem condições.

Descansar em Deus não significa deixar de ter problemas. Significa deixar de os carregar sozinho.

Onde tens procurado o repouso que o teu coração deseja?

Fonte: Santo Agostinho, Confissões, I, 1.

in: https://www.facebook.com/photo/?fbid=1533769012127171&set=a.480371040800312

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Papel por Alimentos




A Campanha “Papel por Alimentos” é uma ação promovida pela Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares, com contornos ambientais e de solidariedade: todo o papel recolhido é convertido em produtos alimentares a distribuir pelos mais carenciados.

PERGUNTAS FREQUENTES:

Que tipo de papel é aceite ?
No âmbito da presente campanha, pode ser entregue todo o tipo de papel:
• Jornais e revistas
• Livros e manuais escolares
• Fotocópias
• Papel de rascunho
• Impressos e folhetos publicitários
• Envelopes
• Papel de fax
• Papéis timbrados
• Arquivos mortos

Onde posso entregar o papel ?
- No Banco Alimentar Contra a Fome mais próximo (Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Castelo Branco, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Lisboa, Madeira, Oeste, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo) - ver contactos e horário de funcionamento em Bancos Alimentares.
- Numa das muitas instituições que quiseram participar aceitando ser ponto de recolha, multiplicando-se desta forma, sem custo, os locais de entrega pelo público e dinamizando redes de solidariedade, já que o papel poderá ser veículo para outro tipo de relações que se possam estabelecer. As instituições trazem o papel recolhido quando vêm levantar os produtos ao Banco Alimentar

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Promoção da inclusão e tratamento digno para todos deve ser o primeiro objetivo

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A luta contra a pobreza deve ser construída com mecanismos de cooperação eficazes

          Nota da Comissão Nacional Justiça e Paz


A Comissão Nacional Justiça e Paz saúda a promulgação do diploma que autoriza a criação da Prestação Social Única. A ideia de unificação das treze prestações sociais não contributivas em favor dos mais pobres é positiva. Ela contribui para a simplificação do sistema e para que todos aqueles que precisam beneficiem efetivamente de apoios sociais.

A CNJP louva o diálogo estabelecido em torno desta iniciativa legislativa. Este foi muito relevante para a afirmação de um consenso alargado em torno da garantia de que a unificação das prestações sociais não pode servir de pretexto para recuar em relação à proteção atualmente oferecida aos mais pobres.

O debate originado foi decisivo para sublinhar que a integração dos mais pobres na sociedade é uma prioridade. E também para ressaltar que a entrada no mercado de trabalho não é o único meio para essa mesma integração. O aumento da formação profissional, a par da valorização pessoal e social – contribuindo resolutamente para a desestigmatização das situações de pobreza –, são fatores que não devem ser descurados.

Tendo consciência de que o trabalho legislativo em curso não termina com a promulgação do Presidente da República, a Comissão pede uma particular atenção na concretização da presente autorização legislativa. Isto, para que, pelo menos, os aspetos que foram assinalados no relatório da OCDE que serviu de base para a criação da Prestação Social Única, fiquem acautelados.

Deve ser claro que a adoção da Prestação Social Única deve ser o ponto de partida para uma maior convergência com o nível de proteção social concedido pelos demais Estados europeus.

Deve também ser cristalino que a luta contra a pobreza exige que se invista mais (e não menos) nos apoios sociais mínimos, para que estes produzam um maior e mais decisivo impacto na redução da pobreza. Concretamente, a CNJP assinala que este é o momento para promover uma reflexão tendente a um alargamento da cobertura de proteção social a todos quantos necessitem, bem como uma maior aproximação do valor de referência da prestação social mínima ao valor do limiar de pobreza.

A CNJP recorda que a luta contra a pobreza deve ficar a salvo de qualquer tentação de refletir, seja o lugar de privilégio de alguns, seja as narrativas polarizadoras e penalizadoras para os mais pobres, que destroem o diálogo social. A luta contra a pobreza deve ser construída com mecanismos de cooperação eficazes, que promovam a coesão social, a inclusão de todos e garantam que a pobreza não é motivo para um tratamento indigno das pessoas.

                                                

Lisboa, 22 de julho de 2026

A Comissão Nacional Justiça e Paz




CNJP - Comissão Nacional Justiça e Paz
Conferência Episcopal Portuguesa
Quinta do Bom Pastor, Estrada da Buraca, 8-12 
1549-025 Lisboa

Tel 218 855 480

quarta-feira, 15 de julho de 2026

A oração em ucraniano de Zuppi em Kiev: “que Deus conceda uma paz justa”

 




No terceiro dia de missão do presidente da conferência dos bispos italianos à Ucrânia, em Lviv, o Cardeal Zuppi reuniu-se com deslocados atendidos pela Comunidade de Santo Egídio. Na capital estão a decorrer as celebrações do Dia da Soberania Ucraniana, feriado civil e religioso que comemora o batismo da Rus’ de Kiev, durante o qual o cardeal depositou um buquê de rosas e rezou para que os prisioneiros voltem para casa, as crianças possam abraçar as famílias e os desaparecidos sejam encontrados.

    Para aquele mesmo céu de onde, até a última noite, caíram mísseis que     destruíram infraestruturas civis, o cardeal Matteo Maria Zuppi, da capital Kiev,     elevou uma oração em ucraniano a “Deus Todo-Poderoso” pela “querida     Ucrânia”, pedindo bênção e proteção:


“Conceda uma paz justa, para que os prisioneiros possam voltar para casa, as crianças possam abraçar novamente suas famílias, os desaparecidos sejam encontrados e todos possam chorar diante do corpo do seu ente querido que morreu. Inspire em cada um de nós a coragem e a sabedoria para sermos construtores de paz…”

terça-feira, 7 de julho de 2026

SOLIDÁRIOS COM O POVO DE CABO DELGADO

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SOLIDÁRIOS COM O POVO DE CABO DELGADO

As comissões Justiça e Paz abaixo indicadas, depois de conhecerem um muito completo relato da situação da parte de D. António Juliasse, bispo de Pemba, querem chamar a atenção de toda a sociedade portuguesa para a dramática situação que, desde há quase dez anos, continua a vitimar a população de Cabo Delgado. Não queremos que essa situação caia no esquecimento ou na indiferença, ou que a ela nos resignemos, como se de uma inevitável fatalidade se tratasse.

São mais de um milhão as pessoas deslocadas e mais de seis mil as que foram mortas, muitas delas assassinadas por decapitação. Cerca de cento e vinte são as igrejas e capelas destruídas.

Por detrás destas ações terroristas está uma ideologia radical que invoca o islamismo e que atinge em particular os cristãos, mas também a população em geral. Essa ideologia atrai adolescentes e jovens, que rompem tradições familiares e que se deparam com a ausência de perspetivas de futuro em contextos de pobreza e desemprego.

Para contrariar a influência dessa ideologia, são da maior importância o diálogo e a colaboração entre diferentes comunidades religiosas, incluindo as comunidades muçulmanas que a rejeitam como deturpação do Islão, e atividades comuns de educação das jovens gerações para a paz.

A população de Cabo Delgado pouco tem beneficiado com os investimentos das empresas multinacionais que exploram as riquezas da região e verifica-se que a salvaguarda da segurança desses investimentos parece ser privilegiada em relação à proteção dessa população. Esta também sofre com abusos de membros das forças militares governamentais que não são fiéis à sua missão de proteção.

Para além de toda esta tragédia, sabemos como a fé das comunidades cristãs no Amor de Deus que não as abandona lhes dá a força de nunca desanimar e perder a esperança. À imagem da Igreja dos mártires dos primeiros tempos do cristianismo, a vitalidade dessas comunidades não esmorece.

Conscientes da complexidade que caracteriza toda esta situação, aqui deixamos este apelo: à sociedade civil, para que colabore no sempre necessário apoio humanitário; aos órgãos de comunicação social, para que não deixem de relatar e cair no esquecimento a dramática situação atual; às empresas que operam na região e governos que as possam influenciar e às instâncias políticas moçambicanas, portuguesas e europeias, para que em todas as suas decisões coloquem o bem do povo de Cabo Delgado acima de quaisquer interesses políticos ou económicos. Para que não continue o sofrimento deste povo, que já muito tem sofrido.

  

A 7 de julho de 2026


A Comissão Nacional Justiça e Paz

A Comissão Justiça, Paz e Ecologia dos Institutos Religiosos

A Comissão Diocesana Justiça e Paz do Algarve

A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Angra

A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Aveiro

A Comissão Arquidiocesana Justiça e Paz de Braga

A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Bragança-Miranda

A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Coimbra

O Secretariado Diocesano de Pastoral Social do Funchal

A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Lamego

A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Santarém

A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Setúbal

A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Vila Real

A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Viseu

quarta-feira, 1 de julho de 2026

 


Os plátanos das praças portuguesas têm frequentemente 150 a 200 anos. Foram plantados nas grandes obras de urbanização do século XIX — a mesma época em que se abriram as avenidas de Lisboa e os jardins públicos de Porto, Coimbra e Évora.

Um plátano adulto desta idade tem uma copa que pode cobrir 400 a 600 metros quadrados. Transpira até 500 litros de água por dia em pleno Verão.

Reduz a temperatura local em até 8 graus. Suporta mais de 300 espécies de insetos — incluindo muitas borboletas e abelhas nativas.


sexta-feira, 12 de junho de 2026

Dia Mundial de Oração pela Santificação dos Sacerdotes

  

No Dia Mundial de Oração pela Santificação dos Sacerdotes, 

trazemos a Oração que todos podem rezar pelos nossos sacerdotes.

Senhor Jesus,
Sacerdote Único, 
santificai todos os sacerdotes.
Conservai-os em comunhão
com o vosso amor,
fortalecei-os nos seus cansaços
e enchei os seus corações
da plenitude do Espírito Santo.

Que a humanidade
de cada sacerdote
seja instrumento
de vossa misericórdia
e caridade pastoral.

Ámen.

terça-feira, 2 de junho de 2026

Magnifica Humanitas

«Magnifica Humanitas»

"Não devemos temer a inteligência artificial, mas sim manter sempre em jogo a questão do ser humano. Não podemos ser negligentes com os nossos instrumentos técnicos mais potentes.”

Leão XIV


 

domingo, 17 de maio de 2026

Poursuivre la mission

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Il faut parfois que l’autre s’en aille,
Pour pouvoir prendre sa vraie place
Et donner le meilleur de soi.
C’est souvent quand il est parti
Qu’on joue le risque d’oser sa vie.
Il faut parfois que l’autre s’en aille,
Pour qu’au cœur de nos arrachements,
On ait la patience d’attendre
D’autres surgissements,
D’autres paroles,
D’autres refrains.


Il faut parfois que l’autre s’en aille,
Pour donner tout ce que l’on a
Dans les tripes et dans le cœur,
Et vivre enfin son propre destin,
« à fond la caisse », à fond la vie.
Il a bien fallu, Seigneur, que tu t’en ailles,
Pour que naissent les audaces de Pierre,
Pour que surgisse la foi de Thomas
Et peut-être qu’à notre tour aussi,
Nous puissions continuer la mission.

  Père Robert Riber (2013†)

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Dia da Espiga - Quinta-feira da Ascensão

 


O Dia da Espiga é uma celebração tradicional portuguesa onde é costume ir ao campo colher o "ramo da espiga", que deve ser guardado em casa até ao ano seguinte como símbolo de prosperidade e sorte.
Cada elemento do ramo tem um significado específico:
- Espigas de Trigo ou Centeio: Simbolizam o pão e a abundância.
- Papoilas: Representam o amor e a vida.
- Malmequeres: Simbolizam a riqueza (ouro e prata).
- Ramo de Oliveira: Significa a paz e a luz.
- Videira: Representa a alegria (o vinho).
- Alecrim: Simboliza a saúde e a força.
Feriados Municipais
Embora não seja um feriado nacional, o dia 14 de maio de 2026 será feriado municipal em vários concelhos de Portugal que mantêm esta tradição viva.
Esta data coincide anualmente com a Quinta-feira da Ascensão, ocorrendo exatamente 40 dias após o Domingo de Páscoa.
Para a Igreja Católica, este dia celebra a Ascensão de Cristo ao Céu perante os Apóstolos e marca o fim da presença física de Jesus na Terra. Simboliza a promessa cristã da vida eterna e o início da missão da Igreja no mundo.

segunda-feira, 11 de maio de 2026

PAZ E SEGURANÇA PARA O NORTE DE MOÇAMBIQUE Apelo da Comissão Nacional Justiça e Paz

 

O ataque terrorista recentemente perpetrado à Paróquia de São Luís de Monfort e à missão católica de Meza na diocese de Pemba, Moçambique, deixa-nos profundamente chocados e com receio do recrudescimento da violência contra a comunidade cristã. As imagens são devastadoras.

  Foram raptados 20 jovens, profanada e destruída a igreja, construída em 1946, e todas as estruturas da missão católica, privando a população de cuidados de saúde e instrução.

Cristãos católicos e cristãos de outras denominações viram as suas casas destruídas num ataque de ostensiva intimidação e perseguição e continua desconhecido o paradeiro dos jovens levados pelos terroristas, motivo de grande aflição para todos, em particular para as suas famílias.

Refira-se que a Comunidade Islâmica de Moçambique [CIMO] já condenou o ataque terrorista e manifestou “a sua profunda preocupação” pelo que está a acontecer na província de Cabo Delgado.

Infelizmente, o apoio da União Europeia às Forças de Defesa do Ruanda (RDF) ao abrigo do Mecanismo Europeu de Apoio à Paz — cerca de 20 milhões de euros — parece terminar este mês, o que não deixa auspiciar nada de bom, sabendo que as ações armadas já fizeram perto de 7000 mortos nos últimos 10 anos.

A Comissão Nacional Justiça e Paz lança um apelo às autoridades portuguesas, em especial a Sua Excelência o Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, para que lance mão de todos os meios ao alcance de Portugal de modo a fazer respeitar a paz e a segurança destas comunidades com quem partilhamos a nossa História e a Língua Portuguesa.

Quando todas as atenções se concentram no Golfo Pérsico e no massacrado Líbano, estes atos da mais bárbara violência ficam sem voz nos noticiários, pelo que nos juntamos à Fundação AIS (Ajuda à Igreja que Sofre) neste apelo.

 

Lisboa, 11 de maio de 2026

A Comissão Nacional Justiça e Paz


Seigneur, fais-moi rire

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjvQQMek80MygnuyiPc1K2atSE2redZ52Xtd8jqPvl6nhnXODwv7hwnCAi4K5nYBppfMjkwX_cdjV7gUGJgN4vrQKoJeECSKFzoZmbKFyy44JkdDraBUQAn4_aO3CBfsAunVAf8n4skrKxbvLfLu9L_gUbsq_qZNmbFgQlkRI4GJDTM9Q7nMHU5ndpzfGRW/s800/190307.jpg

J’ai des drôles d’idées, Seigneur.
Mais que veux-tu,
De penser à toi si proche de nous…
Si semblable à nous pour que nous devenions semblables à Toi
Me rend heureux.
Tellement heureux que je m’étonne que nous ne le soyons pas plus
Et je ne comprends pas que nous ayons l’air triste,
Quand nous parlons de Toi.
Et je ne comprends pas que nous ayons l’air triste,
Quand nous nous rassemblons pour Te prier,
Et offrir avec Toi au Père, ta souffrance…
Et des peurs, tes joies… Et tes rires, Ta vie…
Les hommes autour de nous,
En Toi croiraient peut-être plus,
Si nous étions davantage joyeux,
Et si on le voyait.
Pardonne-moi mes gamineries,
Mais j’ai envie de Te dire ce soir
Comme les tout-petits enfants sur les genoux de leur grand frère :
« Fais-moi rire ! »
Oui, c’est ma prière inattendue, Seigneur.
« Fais-moi rire ! »
Pour que je puisse à mon tour,
Faire rire mes frères. Ils en ont tant besoins !


Père Michel Quoist

quinta-feira, 23 de abril de 2026

23 DE ABRIL - DIA MUNDIAL DO LIVRO

 “Quem não lê, aos 70 anos terá vivido só uma vida. Quem lê terá vivido 5 mil anos. A leitura é uma imortalidade de trás para frente”.  

Umberto Eco