quarta-feira, 22 de novembro de 2017

SANTA CECÍLIA - Padroeira dos Músicos

O Dia de Santa Cecília celebra-se a 22 de novembro.
Santa Cecília era filha de um senador romano e cristã desde criança. Contra sua vontade, a bela jovem foi prometida em casamento pela família a um homem chamado Valeriano, a quem confessou na noite de núpcias estar sob a proteção de um anjo, desejando manter a pureza cristã.
Valeriano ficou impressionado e acedeu ao desejo da esposa, convertendo-se ao cristianismo. Valeriano terá visto, após a conversão, o anjo de Cecília e depois de relatar o sucedido a seu irmão Tibúrcio, este também se converteu. Perante a recusa de negar a fé cristã, os dois irmãos foram condenados à morte e decapitados.
Também Santa Cecília foi submetida a castigos, como banhos de água a ferver e inalação de vapores em prisão domiciliária, mas escapou ilesa à morte e ainda converteu alguns soldados. Frustrado, o governador Almachius mandou executar a santa, sendo preciso três golpes (o número máximo de golpes por degola) para deitar Cecília por terra. Santa Cecília caiu mas o seu pescoço não cedeu. Foi nesta posição que a santa foi encontrada, com o corpo ainda incorrupto no século XVI e foi nesta posição que ela foi esculpida para a posterioridade.
Santa Cecília é a santa da Igreja Católica com mais basílicas e igrejas na Europa. É a padroeira da música sacra, dos músicos e dos poetas. Diz-se que Santa Cecília cantou a Deus enquanto morria martirizada e que mesmo após resistir aos três golpes no pescoço ainda se ouviam os seus cânticos.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

As Ilhas do Ouro Branco. Encomenda artística na Madeira (séculos XV-XVI)

 Museu Nacional de Arte Antiga

16 Nov 2017 a 18 Mar 2018


No arranque das Comemorações dos 600 Anos do Descobrimento da Madeira. Esta exposição, constituída por cerca de uma centena de obras de arte, entre pintura, escultura, ourivesaria e artes decorativas, dos séculos XV e XVI, mostra-nos como a Madeira viveu um período de prosperidade económica sem precedentes à conta do açúcar, então conhecido como “ouro branco”. Nessa época, os ricos negociantes de açúcar importavam trípticos e retábulos de importantes pintores flamengos, esculturas religiosas, alfaias litúrgicas em ouro e prata.

sábado, 18 de novembro de 2017

Dia Mundial dos Pobres

Caritas Portuguesa convoca organizações de solidariedade "católicas ou não" para assinalar em Lisboa o Dia Mundial dos Pobres.
No próximo dia 19 de Novembro o mundo inteiro assinala o Dia Mundial dos Pobres, uma celebração instituída pelo Papa Francisco aquando do final do Ano da Misericórdia.
Em Portugal a Caritas convida "todos, independentemente da sua pertença religiosa, para que se abram à partilha com os pobres, em todas as formas de solidariedade, como sinal concreto de fraternidade".
A iniciativa tem início pelas 11h0 com a celebração da Eucaristia na Igreja de São Roque, em Lisboa, presidida por D. António Vitalino, bispo emérito de Beja e vogal da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana.
Após a Eucaristia uma caminhada leva os participantes até à Ribeira das Naus onde a Casa da Balança, pertença da Marinha Portuguesa, acolhe o almoço
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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Dia Mundial dos Pobres

A Igreja celebra no próximo Domingo, dia 19 de Novembro, o 1º Dia Mundial dos Pobres.
A mensagem do Papa Francisco para este dia, é clara na análise que faz à realidade da pobreza, no mundo: «(…) A pobreza tem o rosto de mulheres, homens e crianças explorados para vis interesses, espezinhados pelas lógicas perversas do poder e do dinheiro. Como é impiedoso e nunca completo o elenco que se é constrangido a elaborar à vista da pobreza, fruto da injustiça social, da miséria moral, da avidez de poucos e da indiferença generalizada! (…) »
Mas para além da clareza do diagnóstico, o Papa é exigente no compromisso a que todos somos diariamente chamados.
«(…) Não pensemos nos pobres apenas como destinatários duma boa obra de voluntariado, que se pratica uma vez por semana, ou, menos ainda, de gestos improvisados de boa vontade para pôr a consciência em paz. Estas experiências, embora válidas e úteis a fim de sensibilizar para as necessidades de tantos irmãos e para as injustiças que frequentemente são a sua causa, deveriam abrir a um verdadeiro encontro com os pobres e dar lugar a uma partilha que se torne estilo de vida. (…)»
E este estilo de vida, implica tal como o Papa sublinha, o saber dar sem nada pedir em troca, sem os “ses”, nem os “mas”, nem os “talvez”.
Em Portugal, o drama dos incêndios aumentou de uma forma trágica, o número dos pobres, entendendo-se aqui, a condição de quem perde tudo de um dia para o outro. É urgente uma vontade pessoal e comunitária, de passar das palavras às obras.