sexta-feira, 24 de novembro de 2017
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
SANTA CECÍLIA - Padroeira dos Músicos
Santa
Cecília era filha de um senador romano e cristã desde criança. Contra
sua vontade, a bela jovem foi prometida em casamento pela família a um
homem chamado Valeriano, a quem confessou na noite de núpcias estar sob a
proteção de um anjo, desejando manter a pureza cristã.
Valeriano
ficou impressionado e acedeu ao desejo da esposa, convertendo-se ao
cristianismo. Valeriano terá visto, após a conversão, o anjo de Cecília e
depois de relatar o sucedido a seu irmão Tibúrcio, este também se
converteu. Perante a recusa de negar a fé cristã, os dois irmãos foram
condenados à morte e decapitados.
Também Santa Cecília foi
submetida a castigos, como banhos de água a ferver e inalação de vapores
em prisão domiciliária, mas escapou ilesa à morte e ainda converteu
alguns soldados. Frustrado, o governador Almachius mandou executar a
santa, sendo preciso três golpes (o número máximo de golpes por degola)
para deitar Cecília por terra. Santa Cecília caiu mas o seu pescoço não
cedeu. Foi nesta posição que a santa foi encontrada, com o corpo ainda
incorrupto no século XVI e foi nesta posição que ela foi esculpida para a
posterioridade.
Santa Cecília é a santa da Igreja Católica com
mais basílicas e igrejas na Europa. É a padroeira da música sacra, dos
músicos e dos poetas. Diz-se que Santa Cecília cantou a Deus enquanto
morria martirizada e que mesmo após resistir aos três golpes no pescoço
ainda se ouviam os seus cânticos.
terça-feira, 21 de novembro de 2017
As Ilhas do Ouro Branco. Encomenda artística na Madeira (séculos XV-XVI)
Museu Nacional de Arte Antiga
16 Nov 2017 a 18 Mar 2018
No arranque das Comemorações
dos 600 Anos do Descobrimento da Madeira. Esta exposição, constituída
por cerca de uma centena de obras de arte, entre pintura, escultura,
ourivesaria e artes decorativas, dos séculos XV e XVI, mostra-nos como a
Madeira viveu um período de prosperidade económica sem precedentes à
conta do açúcar, então conhecido como “ouro branco”. Nessa época, os
ricos negociantes de açúcar importavam trípticos e retábulos de
importantes pintores flamengos, esculturas religiosas, alfaias
litúrgicas em ouro e prata.
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
sábado, 18 de novembro de 2017
Dia Mundial dos Pobres
Caritas Portuguesa convoca organizações de solidariedade
"católicas ou não" para assinalar em Lisboa o Dia Mundial dos Pobres.
No próximo dia 19 de Novembro o mundo inteiro assinala o Dia Mundial dos Pobres, uma celebração instituída pelo Papa Francisco aquando do final do Ano da Misericórdia.
Em Portugal a Caritas convida "todos, independentemente da sua pertença religiosa, para que se abram à partilha com os pobres, em todas as formas de solidariedade, como sinal concreto de fraternidade".
A iniciativa tem início pelas 11h0 com a celebração da Eucaristia na Igreja de São Roque, em Lisboa, presidida por D. António Vitalino, bispo emérito de Beja e vogal da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana.
Após a Eucaristia uma caminhada leva os participantes até à Ribeira das Naus onde a Casa da Balança, pertença da Marinha Portuguesa, acolhe o almoço
.
No próximo dia 19 de Novembro o mundo inteiro assinala o Dia Mundial dos Pobres, uma celebração instituída pelo Papa Francisco aquando do final do Ano da Misericórdia.
Em Portugal a Caritas convida "todos, independentemente da sua pertença religiosa, para que se abram à partilha com os pobres, em todas as formas de solidariedade, como sinal concreto de fraternidade".
A iniciativa tem início pelas 11h0 com a celebração da Eucaristia na Igreja de São Roque, em Lisboa, presidida por D. António Vitalino, bispo emérito de Beja e vogal da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana.
Após a Eucaristia uma caminhada leva os participantes até à Ribeira das Naus onde a Casa da Balança, pertença da Marinha Portuguesa, acolhe o almoço
.
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
Dia Mundial dos Pobres
A
mensagem do Papa Francisco para este dia, é clara na análise que faz à
realidade da pobreza, no mundo: «(…) A pobreza tem o rosto de
mulheres, homens e crianças explorados para vis interesses,
espezinhados pelas lógicas perversas do poder e do dinheiro. Como é
impiedoso e nunca completo o elenco que se é constrangido a elaborar à
vista da pobreza, fruto da injustiça social, da miséria moral,
da avidez de poucos e da indiferença generalizada! (…) »
Mas para além da clareza do diagnóstico, o Papa é exigente no compromisso a que todos somos diariamente chamados.
«(…)
Não pensemos nos pobres apenas como destinatários duma boa obra de
voluntariado, que se pratica uma vez por semana, ou, menos ainda,
de gestos improvisados de boa vontade para pôr a consciência em paz.
Estas experiências, embora válidas e úteis a fim de sensibilizar para as
necessidades de tantos irmãos e para as injustiças que frequentemente
são a sua causa, deveriam abrir a um verdadeiro
encontro com os pobres e dar lugar a uma partilha que se torne estilo
de vida. (…)»
E
este estilo de vida, implica tal como o Papa sublinha, o saber dar sem
nada pedir em troca, sem os “ses”, nem os “mas”, nem os “talvez”.
Em
Portugal, o drama dos incêndios aumentou de uma forma trágica, o número
dos pobres, entendendo-se aqui, a condição de quem perde tudo
de um dia para o outro. É urgente uma vontade pessoal e comunitária, de
passar das palavras às obras.
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
terça-feira, 14 de novembro de 2017
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