terça-feira, 30 de junho de 2015



O Apartheid foi implantado oficialmente na África do Sul em 29 de junho de 1949. O termo “apartheid” significa “separação” em africanêr e essa política consistiu em separar e limitar os territórios em que as pessoas podiam transitar de acordo com a sua raça, estabelecendo uma hierarquia em que a população branca dominava o resto da população. Apesar do repúdio e das sanções de outros países, essa política persistiu até 1990.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Telma Monteiro conquista ouro nos Jogos Europeus

Telma Monteiro conquista ouro nos Jogos Europeus



A judoca portuguesa, número um do mundo, conseguiu derrotar a húngara Hedvig Karakas na final da categoria -57 kg, averbando a medalha de ouro para Portugal, a terceira para Portugal nos Jogos Europeus de Baku, no Azerbaijão. 

Telma Monteiro venceu a número 11 do mundo por "ippon", conseguindo vencer Karakas pela quinta vez, em cinco combates disputados. Assim, Telma Monteiro sagra-se campeã europeia na categoria de -57 kg de judo, averbando o seu quinto título europeu, depois de conquistas em 2006 e 2007 (-52kg) e 2009 e 2012 (-57kg). Esta é a terceira medalha de ouro para Portugal, depois das conquistas no ténis de mesa e no taekwondo. No total, a comitiva portuguesa conquistou a nona medalha, ficando assim com três medalhas de ouro, quatro de prata e duas de bronze. 

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sexta-feira, 19 de junho de 2015

"Laudato Si"





A encíclica "Laudato Si" ("Louvado sejas" em italiano antigo, uma referência a um cântico de São Francisco de Assis de louvor a Deus pela criação), é a primeira escrita integralmente pelo Papa Francisco, uma vez que a encíclica "Lumen Fidei", lançada pouco depois da sua eleição, foi iniciada por Bento XVI. 

A "verdadeira abordagem ecológica é sempre uma abordagem social que deve integrar a justiça nas discussões sobre o ambiente, para se ouvir quer o grito da Terra, quer o grito dos pobres". Na primeira encíclica de um Papa dedicada ao ambiente, Francisco diz que o mundo não pode ignorar as alterações climáticas sobre as quais há um "consenso científico muito consistente". 

Para Francisco, a preocupação ecológica não pode ser separada da preocupação pelos mais pobres, marginalizados e fracos. 


Os conselhos do Papa 
Nesta encíclica o Papa convida os fiéis e todas as pessoas de boa vontade a vestir a camisola pela protecção do ambiente, no sentido mais literal. "Se uma pessoa habitualmente se resguarda um pouco mais em vez de ligar o aquecimento", diz, "isso supõe que adquiriu convicções e modos de sentir favoráveis ao cuidado do ambiente." 

De igual modo, Francisco pede que se evite a utilização do plástico, aconselha a separar o lixo, utilizar transportes públicos, cozinhar apenas os alimentos que se consomem, poupar o papel e convida a uma "criatividade generosa e digna que revele o melhor do ser humano". 

Uma vez que a condição para pôr em prática estes conselhos passa, segundo o Papa, por um comportamento humilde e sóbrio e uma atitude que leva ao louvor de Deus criador, aconselha ainda a recuperar o hábito de rezar antes e depois das refeições, "porque reforça o nosso sentido de gratidão pelo que nos é dado". 


in http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=190880

segunda-feira, 15 de junho de 2015

13 de Junho de 313 - Aprender com a História

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A 30 de Abril de 311 – pouco depois da grande perseguição de Diocleciano, que não conseguira os seus intentos – o imperador Galério dispôs num édito que fosse permitido aos cristãos existirem publicamente, reconstruirem os seus lugares de culto e reunirem-se entre si, com a condição de respeitarem as leis. Com estas disposições e pela primeira vez no Império, o cristianismo era juridicamente reconhecido, tornando-se religio licita.

Era um passo fundamental em direção a outra convivência Igreja – Império. Reforçado pelo seguinte, dois anos depois, com o assim chamado édito de Milão. Em Fevereiro de 313, Constantino e Licínio, imperadores romanos – que já tinham subscrito o édito de Galério – trataram nessa cidade de vários problemas do Império, incluindo a situação dos cristãos.

Uma carta de Licínio ao governador da Bitínia, a 13 de Junho desse mesmo ano, dá-nos conta do que decidiram. Entre outras coisas, o seguinte: 

«Nós, pois, Constantino Augusto e Licínio Augusto, reunidos felizmente em Milão para tratar de tudo o que respeita ao interesse e segurança do Império, pensámos que, entre o que mais exigia a nossa actuação, nada traria tanta vantagem à maior parte dos homens, como decidir de que modo se deve honrar a divindade. Por isso, resolvemos conceder aos cristãos e a todos os outros a liberdade de seguirem a religião em que cada um crê, a fim de que a divindade que está no céu, qualquer que ela seja, nos prodigalize a nós e a todos os nossos súbditos a paz e a prosperidade. Pensámos ser um óptimo e muito razoável sistema não negar a nenhum dos nossos súbditos, cristãos ou de outro culto, a liberdade de praticar a religião que quiser: assim, a suprema divindade, que cada um de nós livremente adora, quererá conceder-nos o seu favor e a habitual benevolência» 

(texto em Lactâncio, De mortibus persecutorum, 48 e Eusébio de Cesareia, Historia Ecclesiastica, X, 5).