quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Carta Apostólica O RÁPIDO DESENVOLVIMENTO, do Papa João Paulo II aos responsáveis pelas Comunicações Sociais

14. O apóstolo Paulo tem uma mensagem clara para quantos estão comprometidos na comunicação social políticos, comunicadores profissionais, espectadores: "despi-vos da mentira e diga cada um a verdade ao seu próximo, pois somos membros uns dos outros [...] Nenhuma palavra desagradável saia da vossa boca, mas apenas a que for boa, que edifique, sempre que necessário, para que seja uma graça para aqueles que a escutam" (Ef 4, 25.29).
Aos trabalhadores da comunicação, e principalmente aos crentes comprometidos neste importante âmbito da sociedade, repito o convite que desde o início do meu ministério de Pastor da Igreja Universal quis fazer ao mundo inteiro: "Não tenhais medo!".
Não tenhais medo das novas tecnologias! Elas incluem-se "entre as coisas maravilhosas" "inter mirifica" que Deus pôs à nossa disposição para as descobrirmos, usarmos, fazer conhecer a verdade, também a verdade acerca do nosso destino de filhos seus, e herdeiros do seu Reino eterno.
Não tenhais medo da oposição do mundo! Jesus disse-nos: "Eu venci o mundo!" (Jo 16, 33).
Não tenhais medo também das vossas fraquezas e da vossa inaptidão! O Mestre divino disse: "Eu estarei sempre convosco, todos os dias, até ao fim do mundo" (Mt 28, 20).
Comunicai a mensagem de esperança, de graça e de amor de Cristo, mantendo sempre viva, neste mundo passageiro, a eterna perspectiva do Céu, perspectiva que nenhum meio de comunicação jamais poderá alcançar directamente: "O que os olhos não viram, os ouvidos não ouviram, o coração do homem não pressentiu, isso Deus preparou para aqueles que o amam" (1 Cor 2, 9).
Confio a Maria, que nos deu o Verbo da vida e guardou no seu coração as suas palavras que não perecem, o caminho da Igreja no mundo de hoje. A Virgem Santa nos ajude a comunicar com todos os meios a beleza e a alegria da vida em Cristo nosso Salvador.
Concedo a todos a minha Bênção!
Vaticano, 24 de Janeiro de 2005, memória de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Imagem resgatada do navio Costa Concórdia é de Nossa Senhora de Fátima

Boletim Informativo 06/2012, de 22 de Janeiro, 10:30
Imagem resgatada do navio Costa Concórdia é de Nossa Senhora de Fátima
A imagem resgatada intata este sábado, 21 de janeiro, do navio Costa Concórdia, naufragado junto da ilha de Giflio, Itália, é a de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.
Em resposta a vários pedidos de informação, confirma-se que efetivamente a imagem recuperada da capela do navio de cruzeiros é a de Nossa Senhora de Fátima, uma réplica da imagem da Capelinha das Aparições do Santuário de Fátima em Portugal.
A imagem resgatada foi entronizada na capela do navio no dia do batismo e inauguração da embarcação, a 7 de julho de 2006, na presença do cardeal D. Stephen Fumio Hamao, então presidente do Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes.
A imagem tinha sido adquirida no Santuário de Fátima pelos empresários proprietários do Costa Concórdia. Em representação do Santuário de Fátima esteve presente na celebração inaugural o Padre Clemente Dotti, sacerdote italiano então ao serviço do Santuário.
O jornal oficial do Santuário de Fátima em português, “Voz da Fátima”, publicou na altura um breve apontamento informativo, na edição 13 de setembro de 2006.
De acordo com a informação transmitida este fim de semana ao Padre Clemente Dotti, a imagem resgatada está agora na igreja paroquial da ilha de Giglio.
Este domingo, em Fátima, durante a recitação do rosário das 10:00, na Capelinha das Aparições, o Padre Luciano Cristino, capelão do Santuário, anunciou com alegria, em português e em italiano, a recuperação da imagem. Antes das três ave-marias finais, o sacerdote saudou os sobreviventes e rezou pelos falecidos. Solidarizou-se sobretudo com todos aqueles que mais sofrem com esta tragédia, em especial os familiares dos passageiros falecidos ou ainda desaparecidos.

LeopolDina Simões

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Festa do Baptismo do Senhor

ANGELUS
Praça de São Pedro
Domingo, 8 de Janeiro de 2012

Queridos irmãos e irmãs!
Celebramos hoje a festa do Baptismo do Senhor. Esta manhã conferi o Sacramento do Baptismo a dezasseis crianças, e por isso gostaria de propor uma breve reflexão acerca do nosso ser filhos de Deus. Mas antes de tudo pelo nosso ser simplesmente filhos: esta é a condição fundamental que todos temos em comum. Nem todos somos pais, mas todos certamente somos filhos. Vir ao mundo nunca é uma escolha, não nos é perguntado se queremos nascer. Mas durante a vida, podemos amadurecer uma atitude livre em relação à própria vida: podemos acolhê-la como um dom e, num certo sentido, «tornar-nos» o que já somos: tornar-nos filhos. Esta passagem assinala uma mudança de maturidade no nosso ser e na nossa relação com os nossos pais, que se enche de reconhecimento. É uma passagem que nos torna capazes de ser por nossa vez pais — não biologicamente, mas moralmente.

Leia a mensagem completa em

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Igreja/Estado: Assinatura dos protocolos de cooperação com o setor solidário

Os pais vão poder escolher entre a frequência de Atividades de Tempos Livres (ATL) ou Atividades de Enriquecimento Curricular para os seus filhos, revelou à Lusa o presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS).

Esta é uma das novidades do protocolo de cooperação a celebrar hoje entre o Governo e instituições de solidariedade, a União das Misericórdias Portuguesas e a União das Mutualidades Portuguesas, numa cerimónia em que estarão presentes o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e o ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares.
Entre as “medidas francamente positivas” dos protocolos, o presidente da CNIS, Lino Maia, sublinhou “o direito de escolha para os pais de poderem pôr os filhos a frequentar um ATL”.

Lisboa, 17 jan 2012 (Ecclesia)

Igreja/Estado: Assinatura dos protocolos de cooperação com o setor solidário

domingo, 15 de janeiro de 2012

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Gandhi e o jejum

Na tradição cristã, o jejum é visto num clima de oração, de intercessão e de purificação, e pode ser público. Nesse caso é encarado como uma maneira de protestar, de testemunhar ou de implorar justiça.
A acção de um homem como Gandhi é paradigmática. Na sua vida, nunca utilizou o termo greve de fome, mas sempre a palavra jejum. Levou a cabo bem 17 jejuns prolongados. O mais famoso foi sem dúvida o de Calcutá. Em Agosto de 1947, logo a seguir à independência da Índia, o país mergulhou num banho de sangue: a separação do Paquistão da Índia fazia-se entre massacres e deportações atrozes. Em Calcutá, Gandhi faz de tudo para apaziguar as duas comunidades, hindu e muçulmana. Tudo em vão. A 31 de Agosto, com 78 anos decide fazer um jejum até à morte, com o qual conseguiu a pacificação da cidade.
De 13 a 18 de Janeiro de 1948, Gandhi recomeça, desta vez em Deli, a mesma obra de reconciliação e com idêntico sucesso. Virá a ser o seu último jejum, e a causa imediata do seu assassínio 12 dias mais tarde. Na verdade, para Gandhi, o jejum era antes de mais uma experiência pessoal de purificação, tendo em vista o domínio dos próprios instintos. Quando jejuava publicamente, era mais para interpelar os seus amigos que para combater os inimigos. A eficácia dos seus jejuns devia-se mais à grande popularidade de que gozava entre o seu povo.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Les Aventures de Tintin



As Aventuras de Tintim é o título de uma série de histórias em quadrinhos, criado 1929 por Georges Prosper Remi, conhecido por Hergé. Tintim é um jovem jornalista e viajante belga, sempre acompanhado pelo seu fiel cão Milu. A primeira aparição dos dois foi a 10 de janeiro de 1929, no Le Petit Vingtième, um complemento do jornal Le Vingtième Siècle dedicado ao público infantil.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Dia de Reis e... Presidentes


Em Dia de Reis, Cavaco sublinha importância das tradições e dos valores - Política - PUBLICO.PT

O Presidente da República sublinhou nesta sexta-feira a importância da tradição do Dia de Reis e dos valores de entreajuda, solidariedade e partilha que lhe estão associados, considerando que “ajudam à união de todos os portugueses”.

Dia de Reis

Tinha Jesus nascido em Belém da Judeia, nos dias do rei Herodes, quando chegaram a Jerusalém uns Magos vindos do Oriente. «Onde está – perguntaram eles – o rei dos judeus que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-l’O». Ao ouvir tal notícia, o rei Herodes ficou perturbado e, com ele, toda a cidade de Jerusalém. Reuniu todos os príncipes dos sacerdotes e escribas do povo e perguntou-lhes onde devia nascer o Messias. Eles responderam: «Em Belém da Judeia, porque assim está escrito pelo Profeta: ‘Tu, Belém, terra de Judá, não és de modo nenhum a menor entre as principais cidades de Judá, pois de ti sairá um chefe, que será o Pastor de Israel, meu povo’». Então Herodes mandou chamar secretamente os Magos e pediu-lhes informações precisas sobre o tempo em que lhes tinha aparecido a estrela. Depois enviou-os a Belém e disse-lhes: «Ide informar-vos cuidadosamente acerca do Menino; e, quando O encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-l’O». Ouvido o rei, puseram-se a caminho. E eis que a estrela que tinham visto no Oriente seguia à sua frente e parou sobre o lugar onde estava o Menino. Ao ver a estrela, sentiram grande alegria. Entraram na casa, viram o Menino com Maria, sua Mãe, e, prostrando-se diante d’Ele, adoraram-n’O. Depois, abrindo os seus tesouros, ofereceram-Lhe presentes: ouro, incenso e mirra. E, avisados em sonhos para não voltarem à presença de Herodes, regressaram à sua terra por outro caminho.