terça-feira, 12 de julho de 2011

Hospitais devem retirar objectos alusivos à infância

A Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS) recomenda aos hospitais públicos que retirem dos gabinetes onde atendem mulheres para interrupção voluntária da gravidez objectos que possam interferir com a escolha das utentes.
No relatório da IGAS, é recomendado que objectos alusivos à infância ou do foro religioso sejam removidos dos gabinetes médicos e de apoio psicológico e social onde é prestado atendimento a estas utentes.
A inspecção diz ainda que as unidades de saúde devem criar um telefone direto para a consulta hospitalar da interrupção voluntária da gravidez (IVG), "facilitando o cumprimento dos prazos legais".

in  http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1905024

Assistimos à inversão dos princípios e valores...

Cabe-nos a todos, a cada um, dar testemunho, transmitir aquilo em que acreditamos, e, sobretudo, defender a vida e a dignidade, principalmente dos mais frágeis, dos que não se podem defender.
Cabe-nos fazer a nossa pequena parte para que toda a mãe possa ter o apoio que necessita, para poder dar o melhor futuro possível ao seu filho.
Com a ajuda de Maria, Mãe da Humanidade!

Índia: Igreja condena atentados à dignidade das meninas

ZENIT - Índia: Igreja denuncia mudança de sexo de recém-nascidas

Representantes da Igreja Católica na Índia denunciaram as cirurgias de mudança de sexo que os médicos realizam a pedido dos pais que deram à luz uma menina.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Festa dos Tabuleiros - Tomar


O motivo principal da Festa dos Tabuleiros é o Grande Cortejo dos Tabuleiros que adquiriu tanta importância que deu o nome à Festa que hoje só é conhecida por Festa dos Tabuleiros.
Como afirmava o saudoso Dr. Fernando Araújo Ferreira «o tabuleiro é um hino de cor. Um poema nascido da arte popular tomarense. Das mãos e inspiração do seu povo. Obedecendo a regras tradicionais, é ele que o arma é ele que o ornamenta. De gerações em gerações passou o jeito, a herança bonita. O Tabuleiro é uma oferta de pão, por isso o pão deve ficar à vista, a ornamentação pertence ao gosto de quem o decora, com flores de papel e verdura se for caso disso. O Cortejo vive e encanta pela variedade de cores e ornamentações.»

texto in www.tabuleiros.org

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Nada me Faltará

Acho que descobri a política - como amor da cidade e do seu bem - em casa. Nasci numa família com convicções políticas, com sentido do amor e do serviço de Deus e da Pátria. O meu Avô, Eduardo Pinto da Cunha, adolescente, foi combatente monárquico e depois emigrado, com a família, por causa disso. O meu Pai, Luís, era um patriota que adorava a África portuguesa e aí passava as férias a visitar os filiados do LAG. A minha Mãe, Maria José, lia-nos a mim e às minhas irmãs a Mensagem de Pessoa, quando eu tinha sete anos. A minha Tia e madrinha, a Tia Mimi, quando a guerra de África começou, ofereceu-se para acompanhar pelos sítios mais recônditos de Angola, em teco-tecos, os jornalistas estrangeiros. Aprendi, desde cedo, o dever de não ignorar o que via, ouvia e lia.
Aos dezassete anos, no primeiro ano da Faculdade, furei uma greve associativa. Fi-lo mais por rebeldia contra uma ordem imposta arbitrariamente (mesmo que alternativa) que por qualquer outra coisa. Foi por isso que conheci o Jaime e mudámos as nossas vidas, ficando sempre juntos. Fizemos desde então uma família, com os nossos filhos - o Eduardo, a Catarina, a Teresinha - e com os filhos deles. Há quase quarenta anos.
Procurei, procurámos, sempre viver de acordo com os princípios que tinham a ver com valores ditos tradicionais - Deus e a Pátria -, mas também com a justiça e com a solidariedade em que sempre acreditei e acredito. Tenho tentado deles dar testemunho na vida política e no serviço público. Sem transigências, sem abdicações, sem meter no bolso ideias e convicções.
Convicções que partem de uma fé profunda no amor de Cristo, que sempre nos diz - como repetiu João Paulo II - "não tenhais medo". Graças a Deus nunca tive medo. Nem das fugas, nem dos exílios, nem da perseguição, nem da incerteza. Nem da vida, nem na morte. Suportei as rodas baixas da fortuna, partilhei a humilhação da diáspora dos portugueses de África, conheci o exílio no Brasil e em Espanha. Aprendi a levar a pátria na sola dos sapatos.
Como no salmo, o Senhor foi sempre o meu pastor e por isso nada me faltou -mesmo quando faltava tudo.
Regressada a Portugal, concluí o meu curso e iniciei uma actividade profissional em que procurei sempre servir o Estado e a comunidade com lealdade e com coerência.
Gostei de trabalhar no serviço público, quer em funções de aconselhamento ou assessoria quer como responsável de grandes organizações. Procurei fazer o melhor pelas instituições e pelos que nelas trabalhavam, cuidando dos que por elas eram assistidos. Nunca critérios do sectarismo político moveram ou influenciaram os meus juízos na escolha de colaboradores ou na sua avaliação.
Combatendo ideias e políticas que considerei erradas ou nocivas para o bem comum, sempre respeitei, como pessoas, os seus defensores por convicção, os meus adversários.
A política activa, partidária, também foi importante para mim. Vivi--a com racionalidade, mas também com emoção e até com paixão. Tentei subordiná-la a valores e crenças superiores. E seguir regras éticas também nos meios. Fui deputada, líder parlamentar e vereadora por Lisboa pelo CDS-PP, e depois eleita por duas vezes deputada independente nas listas do PSD.
Também aqui servi o melhor que soube e pude. Bati- -me por causas cívicas, umas vitoriosas, outras derrotadas, desde a defesa da unidade do país contra regionalismos centrífugos, até à defesa da vida e dos mais fracos entre os fracos. Foi em nome deles e das causas em que acredito que, além do combate político directo na representação popular, intervim com regularidade na televisão, rádio, jornais, como aqui no DN.
Nas fraquezas e limites da condição humana, tentei travar esse bom combate de que fala o apóstolo Paulo. E guardei a Fé.
Tem sido bom viver estes tempos felizes e difíceis, porque uma vida boa não é uma boa vida. Estou agora num combate mais pessoal, contra um inimigo subtil, silencioso, traiçoeiro. Neste combate conto com a ciência dos homens e com a graça de Deus, Pai de nós todos, para não ter medo. E também com a família e com os amigos. Esperando o pior, mas confiando no melhor.

Seja qual for o desfecho, como o Senhor é meu pastor, nada me faltará.
(Maria José Nogueira Pinto)

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Sugestão de Férias


Prazeres
O primeiro olhar da janela de manhã
O velho livro de novo encontrado
Rostos animados
Neve, o mudar das estações
O jornal
O cão
A dialéctica
Tomar duche, nadar
Velha música
Sapatos cómodos
Compreender
Música nova
Escrever, plantar
Viajar, cantar
Ser amável.

Bertold Brecht, in 'Do Pobre B.B.'

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Sardinhas Assadas na Brasa

RECEITA:
Duas horas antes de as confeccionar, ponha-as num alguidar escorredor e salpique-as com abundante sal grosso.
Prepare as brasas do seu fogareiro e aqueça bem a grelha (isto é muito importante para que o peixe não fique colado à grelha), colocando-a a uma distancia de cerca de 5 cm das brasas.
Sacuda ou se preferir passe as sardinhas por água corrente (dentro do escorredor) e disponha-as na grelha. Asse-as bem dos dois lados (dependendo das brasas do seu fogareiro +/- 3 minutos de cada lado).
Se as brasas se incendiarem com a gordura soltada pelas sardinhas, não deite água levante apenas a grelha e espere que o fogo se apague.

Muito complicado??

Solução Perfeita:
Às 4ª feiras, venha almoçar no nosso Self-service, Sente-se na nossa esplanada, comece com um Gaspacho fresquinho, escolha Sardinhas Assadas na Brasa, e opte por uma deliciosa sobremesa ou fruta!

Sinta-se de Férias, no intervalo do almoço!!

Vacinas

Em1885 Louis Pasteur testa com sucesso sua vacina anti-rábica.


Foi a salvação de Joseph Meister, um rapaz de nove anos que tinha sido atacado por um cão raivoso, como notou em 2007 a revista “Wired”: a 6 de Julho de 1885, Pasteur administrou a vacina contra a raiva em Meister, que sobreviveu assim a uma morte certa e evitou o contágio da raiva.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Apontamento económico

A 5 de julho de 1883, nasce John Keynes. Foi o economista mais importante da primeira metade do século XX. O seu trabalho teve impacto sobre o pensamento e a prática política em quase todas as nações capitalistas. A teoria keynesiana propunha a intervenção estatal na vida económica para conduzir ao regime de pleno emprego, tratava-se de dar primazia ao crescimento e ao pleno emprego, e não à estabilidade monetária e à competitividade externa.

"... as ideias dos economistas e dos filósofos políticos, tanto quando estão certos como quando estão errados, são muito mais poderosas do que normalmente se imagina. Na verdade, o mundo é governado quase que exclusivamente por elas. Homens práticos, que se julgam imunes a quaisquer influências intelectuais, geralmente são escravos de algum economista já falecido."
John Maynard Keynes

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Dia de Santa Isabel de Portugal


Santa Isabel, filha dos reis de Aragão, nasceu no ano 1271. Era ainda muito jovem quando foi dada em casamento ao rei de Portugal; teve dois filhos. Dedicou-se de modo singular à oração e às obras de misericórdia, e suportou infortúnios e dificuldades com grande fortaleza de ânimo. Depois da morte de seu marido, distribuiu os seus bens pelos pobres e tomou o hábito da Ordem Terceira de S. Francisco. Morreu no ano 1336, quando mediava o acordo de paz entre seu filho e seu genro.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

DIA DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA E DAS COMUNIDADES MADEIRENSES

DIA DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA E DAS COMUNIDADES MADEIRENSES

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O Dia da Madeira e das Comunidades Madeirenses, ou simplesmente Dia da Madeira é celebrado a 1 de Julho e comemora a autonomia que Portugal concedeu à Região Autónoma da Madeira na Constituição Portuguesa de 1976. O feriado é assinalado em toda a Região com lançamentos de foguetes e girândolas de fogo, cerimónia na Assembleia Legislativa Regional, deposição de flores na Estátua da Autonomia pelas entidades oficiais da Região e o Te Deum na Sé do Funchal. Embora seja comemorado oficialmente só na Madeira, os cidadãos e imigrantes madeirenses comemoram-no no mundo inteiro .